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domingo, 29 de maio de 2011

Encerramento do Concílio Ministerial 2011 exalta a busca pelo Espírito Santo

28/05/2011 By Felipe Lemos
Grande encerramento com pastores e "igrejas" iluminadas

Grande encerramento com pastores e "igrejas" iluminadas
Foz do Iguaçu, PR … [ASN] Após a entrega de 48 mil exemplares missionários do livro Ainda Existe Esperança, em diversos bairros de Foz do Iguaçu, teve início o encerramento do Concílio Ministerial 2011. Após os hinos apresentados, o Pr. Erton Köhler exaltou a importância do louvor e então comentou a respeito das frentes missionárias do evangelismo integrado da Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Disse que elas serão destaques para que nos próximos anos a grande esperança se torne realidade.

As frentes destacadas foram: pequenos grupos, classes bíblicas, plantio de igrejas, ministério da mulher com ênfase na recepção, discipulado, duplas missionárias e evangelismo público.

Segundo o pastor Luís Gonçalves, evangelista adventista sul-americano que apresentou o último item das frentes missionárias, todas elas devem estar integradas para que haja possibilidades de semear a mensagem divina e também de colher os frutos, para honra e glória de Deus. Exemplo do resultado dessa interação foi o batismo de Victor Siqueira, ex-pastor de uma denominação evangélica, realizado durante a programação. Siqueira foi alcançado por influência do evangelismo via satélite e pela web realizado no ano passado em Maringá, Paraná, por Gonçalves hoje, sábado dia 28, demonstrou publicamente a sua entrega através do batismo.

Depois da cerimônia, o evangelista deu a boa notícia que alguns dos funcionários do centro de convenções onde o concílio foi realizado decidiram receber estudos bíblicos, devido os testemunhos que foram dados pelos pastores ao longo dos dias. Além disso, todos os funcionários do centro de convenções terão a oportunidade de ler o livro Ainda Existe Esperança, pois cada um da equipe de apoio recebeu um exemplar com dedicatória.

Passado o batismo, as luzes foram apagadas e o líder sul-americano começou a falar e comparou a escuridão do salão com as densas dificuldades que esperam os líderes adventistas na América do Sul. Afirmou, também, para o grupo sobre a necessidade de busca intensa do Espírito Santo para ser luz onde quer que esteja. Por fim, cada pastor recebeu uma pequena igreja de acrílico que foram acessas, demonstrando a eficácia da luz vinda do Santo Espírito em meio a escuridão.

A oração final foi proferida pelo presidente mundial dos adventistas, Pr. Ted Wilson, e os mais de 4.000 pastores permaneceram com os braços esticados e mantendo em suas mãos a igreja iluminada para esta bênção final. [Equipe ASN, Eduardo Teixeira]

impacto Foz leva quase 50 mil livros de graça à comunidade

28/05/2011 By Felipe Lemos


Vice-presidente mundial adventista, Ella Simmons, participou da entrega

Vice-presidente mundial adventista, Ella Simmons, participou da entrega
Foz do Iguaçu, PR … [ASN] Não é todo o dia que mais de quatro mil pastores adventistas arregaçam as mangas e saem para entregar livros gratuitamente à população em uma cidade. Foram mais de 48 mil livros precisamente. Mas a tarde deste sábado, dia 28, foi diferente para os moradores de Foz do Iguaçu e Santa Terezinha do Itaipu que receberam a visita, simpatia, oração e um exemplar do livro Ainda Existe Esperança, de autoria do pastor Enrique Chaij. Gente como a professora Teógenes Gonçalves, que recebeu um exemplar das mãos dos pastores Robert Lemon, diretor financeiro da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia e doutor Ángel Rodríguez, diretor do Instituto de Pesquisa Bíblica. Em várias partes da cidade, pastores de oito países sul-americanos mantiveram um contato com a população e demonstraram, de maneira prática, a importância do relacionamento para salvação. A emissora de TV afiliada da Globo, a RPC TV, acompanhou a movimentação em um dos bairros, próximo a BR 277.
O pastor Erton Köhler, líder sul-americano dos adventistas do sétimo dia, explicou que, depois de vários dias recebendo motivação e fortalecimento espiritual, havia chegado a hora de os pastores fazerem a diferença na comunidade. A experiência de distribuir livros, embora não seja novidade para os ministros adventistas, foi tocante na prática. O pastor Izaías Rodrigues da Silva, distrital de Jardim América, em Maringá, relata que ouviu um rapaz pedir um exemplar do livro O Grande Conflito no bairro Vila Carimã. Fruto do interesse despertado pela entrega da obra hoje. Já o pastor Allan Moura, capelão do Colégio Adventista de Itajaí, em Santa Catarina, distribuiu os livros em uma rua repleta de bares. Não teve dúvidas, pois entrou em cada um dos estabelecimentos e interrompeu por um momento o lazer dos clientes. “Falamos rapidamente sobre a proposta do livro e deixamos um exemplar com folheto para cada uma das pessoas”, comentou.
Acessos ao site – Além dessa exposição positiva à comunidade, por meio da distribuição de livros, o Concílio Ministerial contou com transmissão ao vivo de várias palestras pela web. No site www.concilio2011.org, textos, vídeos e fotos foram disponibilizados aos internautas. Os registros mostram que o site teve mais de 17 mil visitantes únicos e 133 mil acessos. [Equipe ASN, Felipe Lemos]

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Polo Norte: deslocamento causa problemas em aeroportos



Aeroportos como Tampa e West Palm Beach recentemente tiveram as pistas fechadas por causa da mudança que está ocorrendo, e não é a pista que está se movendo. Peter Burns, Ph.D e professor da Notre Dame, disse: “A questão, claro, é o campo magnético não se alinhar com os polos de rotação da Terra, e dependendo de onde você está sobre a Terra, o vaguear da polos magnéticos é mais ou menos significativo.” Burns também diz que o norte magnético está localizado no norte do Canadá, e está caminhando para a Rússia. Isso pode causar alguns problemas aos pilotos, e as leituras da bússola também “passearão”. Dee Davis, do Clube de Pilotos de Mishawaka, diz: “Mais e mais a navegação é baseada em GPS, o que é uma coisa maravilhosa. Mas o Norte magnético da bússola ainda funciona muito bem, é barato, e não requer pilhas. Auxilia na navegação e desempenha um papel importante na pista de numeração.” [...]

Se o Norte magnético continuar a vaguear, alguns números da pista [do aeroporto] já não vão condizer com sua verdadeira posição, um problema que poderia ser muito perigoso para os pilotos decolando. “Uma das coisas mais importantes que um piloto faz antes de decolar é orientar seu giroscópio direcional, seu DG, para o rumo da pista, quando ele está alinhado com a pista”, diz Davis. “Se ele definir o rumo da pista ao que ele espera olhando a pista, isso não estrará correto e poderá colocá-lo em rota de colisão com um obstáculo após a decolagem.” [...] [Para trocar os sinais de orientação do aeroporto serão necessários 40 mil dólares.]

Se o movimento do Polo Norte magnético continuar ao ritmo atual, passará a partir de sua localização atual no norte do Canadá para a Sibéria em 50 anos.

(WNDU)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Quando os seres humanos tremem



/ CIÊNCIA E RELIGIÃO /

A revista Veja desta semana (que destacou o maior terremoto ocorrido na história do Japão) traz um artigo de Mario Sabino intitulado "Quando Deus tremeu". Logo abaixo do título, há o seguinte olho: "Em 1755, o terremoto de Lisboa propiciou aos iluministas a oportunidade de demonstrar a irracionalidade religiosa. Passados dois séculos e meio, já não se acredita tanto que vivemos no melhor dos mundos. Mas é grande a crença de que um dia sobrepujaremos a natureza por meio da ciência e da tecnologia. Trocamos apenas de religião." No fundo, é um texto depressivo que procura mostrar a "inutilidade" da religião e a pretensão inalcançável da ciência de salvar a espécie humana dos caprichos da natureza - aliás, como sustenta reportagem publicada na Veja da semana passada, nosso Sol vai torrar a Terra daqui a cinco bilhões de anos. O que nos resta, então? Você estranha que, para os naturalistas, a máxima seja mesmo "comamos e bebamos, porque amanhã morreremos"? Que sentido há em se discutir ética, segurança, direitos humanos, fraternidade num mundo regido pelas inexoráveis leis da biologia darwinista? Que sentido há em perder tempo com esse papo humanista, se, no fim das contas, vamos todos desaparecer? Queremos adiar (ou não pensar) no inevitável, ou apenas garantir uma vida mais confortável enquanto aguardamos o fim?

O que Sabino escreveu ilustra a típica reação traumática que acomete alguns pensadores depois de ver ou viver um evento catastrófico. É o tipo de vazio que implode a alma, causa desconforto e faz com que alguns forçosamente parem para pensar em algo mais do que as preocupações do dia a dia.

Sabino relembra a tragédia que foi o terremoto de Lisboa. O sismo (considerado por alguns estudantes das profecias bíblicas como um dos marcos do começo do tempo do fim) alcançou estimados 9 pontos na escala Richter, gerou tsunamis e levou à morte mais de 50 mil pessoas em Portugal e outras 10 mil na África. A ironia, para muitos, é que o tremor aconteceu justamente no feriado católico do Dia de Todos os Santos, quando as igrejas estavam lotadas de fieis.

Após o terremoto, o iluminista Voltaire escreveu o romance satírico Cândido, ou o Otimismo, no qual se sobressai o personagem Dr. Pangloss, personificação caricatural do pensamento do filósofo Gottfried Leibniz. Segundo Sabino, "esse alemão [Leibniz] poderia ter passado à história somente como um dos maiores matemáticos de todos os tempos, mas caiu nas presas de Voltaire ao concluir, depois de analisar uma série de relações de causa e efeito, que ‘vivemos no melhor dos universos possíveis criados por um Deus'".

Erraram Leibniz e Voltaire. Leibniz errou porque não entendeu que este não é o melhor dos mundos justamente porque não é o mundo que Deus criou - ou pelo menos não o criou para ser deste jeito. Segundo o livro bíblico de Gênesis (que o diabo insiste em desacreditar comparando-a a uma fábula justamente para atribuir a Deus todo o mal derivado do pecado que ele, Satanás, originou), no mundo que Deus criou para a humanidade eram inexistentes a morte, a dor, a tristeza, a solidão, a incompreensão e todas as coisas ruins que caracterizam este mundo pós-pecado. Deus jamais planejou que terremotos, nevascas, secas, tornados e injustiças ceifassem vidas humanas, assim como não planejou que Adão e Eva fizessem uma escolha errada motivados pelos enganos de um anjo que tomou, ele também, a terrível decisão de se rebelar contra o Criador.

Por sua vez, Voltaire errou ao bater num espantalho (erro típico de muitos críticos da religião atuais). Assim como fazem os neoateus fundamentalistas Richard Dawkins, Sam Harris, Christopher Hitchens e outros, Voltaire atacou um arremedo de religião baseado em crendices e dogmas humanos. Se Leibniz e Voltaire tivessem entendido corretamente as doutrinas bíblicas da criação, da queda e da redenção, haveriam poupado o mundo de seus comentários infelizes que ainda hoje influenciam a muitos que incorrem no mesmo erro: desconhecem a Bíblia e julgam o cristianismo pelos disparates de algumas correntes religiosas que posam de cristãs.

As promessas do racionalismo iluminista falharam, dando origem à desilusão pós-moderna, ao relativismo e ao desprezo das grandes metanarrativas. A religião, de certa forma, abraçou o relativismo ao defender a teologia liberal que reinterpreta a Bíblia e lhe minimiza o aspecto sobrenatural. As pessoas estão sem rumo, sem esperança, e se dão conta disso de modo muito claro quando as tragédias lhes arrancam de sob os pés o chão que antes lhes parecia tão firme. Sabino resume bem esse mal-estar na conclusão de seu texto que mais parece um desabafo:

"Dois séculos e meio depois do terremoto na Europa, diante de catástrofes como a que nocauteou o Japão, a maioria das pessoas talvez já não acredite que vivemos no melhor dos mundos ou universos. Mas é grande a crença de que um dia poderemos sobrepujar a natureza, por meio da ciência e tecnologia, em que pesem as evidências de que suas adversidades são apenas mitigáveis. Trocou-se o Deus de Leibniz pela Razão iluminista. Voltaire adquiriu algumas feições de Pangloss."

Mas quer saber de uma coisa? É bom mesmo que a maioria das pessoas não mais acredite que vivemos no melhor dos mundos. Por quê? Porque de fato não vivemos. Na verdade - a triste verdade -, este é o pior dos mundos para se viver. Aqui desgraçadamente o pecado criou raízes, virou metástase num planeta agonizante. Antes que esse câncer seja finalmente extirpado, este mundo jamais será o melhor. Continuará, sim, sendo a maçã podre do Universo.

Infelizmente, muita gente como Sabino entende que aqui não é um bom lugar, mas conclui que "está tudo bem", porque só temos este lugar para morar e esta vida para viver. Passado o trauma do terremoto; sepultados os mortos; reconstruídas as cidades, tudo volta ao "normal". Cada um retoma sua vidinha e pronto. E os prazeres da carne e as ilusões da mídia estão aí para anestesiar quem prefere viver na caverna, na Matrix (lembra-se do filme?).

Por meio de Seu profetas, Deus anunciou que o aumento das convulsões deste mundo doente que "suporta angústias até agora" (Rm 8:22) seriam sinais de que a solução definitiva - a volta de Jesus - estaria mais próxima. Note bem: Deus previu, mas não determinou, assim como previu o pecado e tomou providências redentivas antes mesmo de o mal se manifestar no Universo.

Alguns dizem: "Tudo bem. Deus não causa as tragédias. Mas por que Ele tem que se valer delas para chamar a atenção das pessoas? Ele não poderia usar meios mais pacíficos, como um arco-íris ou algo assim?"

Não só poderia como o fez. Que meio seria mais pacífico do que entregar a própria vida e morrer a mais humilhante das mortes para mostrar que ama a todos? Jesus, o "Príncipe da paz", o "servo sofredor" é a suprema expressão do amor de Deus. Mas o que tem feito a humanidade a esse respeito, haja vista que existem tantas evidências da existência, morte e ressurreição do Deus-homem Jesus Cristo? Transformaram-nO num personagem meramente histórico, num grande profeta, num sábio judeu - como se fosse possível considerar profeta e sábio quem se dissesse Deus... Ou Ele era e é Deus, ou foi o maior impostor da história. Não existe meio-termo. E se Ele foi mesmo Deus, essa é a maior revelação com a qual todo ser humano poderá se deparar. Só que, infelizmente, muitos a ignoram e levam a vida como se nada de especial houvesse acontecido lá no monte Calvário.

Por esse e outros motivos que evidenciam a indiferença humana, Deus Se vale das tragédias como Seu "megafone". É assim que o ex-ateu C. S. Lewis define a dor em seu livro O Problema do Sofrimento. Veja o que ele escreveu: "Enquanto o homem mau não toma, na forma de sofrimento, consciência do mal inequivocamente presente em sua existência, ele está preso na ilusão. Uma vez despertado pelo sofrimento, ele sabe que, de uma forma ou de outra, está ‘face a face' com o Universo real. Assim, ou se rebela (com a possibilidade de uma vazão mais evidente e de um arrependimento mais profundo em algum estágio posterior) ou faz alguma tentativa de adaptação, a qual se for buscada, haverá de leva-lo à religião. [...] Não resta dúvida de que o sofrimento, na forma de megafone de Deus, é um instrumento terrível, pois pode levar à rebelião definitiva e sem arrependimento. Ele propicia, contudo, a única oportunidade que o homem mau pode ter para se emendar. Ele retira o véu ou finca a bandeira da verdade na fortaleza da alma rebelde" (p. 108, 109).

Muitas vezes, os pais têm que permitir que os filhos passem por situações difíceis a fim de que eles adquiram experiência e formem bom caráter. E não raro esses pais permitem isso com lágrimas nos olhos, acompanhando tudo de perto, ansiosos por abraçar o filho em processo de aprendizado. O Pai celestial também está "desesperadamente" interessado em nosso bem maior; em nossa segurança e felicidade eternas. E Ele sabe que isso somente será possível quando estivermos do outro lado da eternidade. Esse dia está próximo, mas, por enquanto, o processo de aprendizado prossegue. Deus sente nossa dor (e sentiu muito mais na Cruz...); caminha ao nosso lado com lágrimas nos olhos e corre até mesmo o risco de ser mal interpretado. Tudo para nos ajudar a fazer a mais importante das escolhas: aceitar a salvação que Ele oferece de graça. Se as lágrimas de dor hoje dificultam sua visão, aguarde o dia em que todas as perguntas serão respondidas - no colo do Pai.

Michelson Borges (CIÊNCIA E RELIGIÃO / Publicado por Michelson Borges)

Fóssil de formiga gigante é encontrado nos EUA


Quase 50 milhões de anos atrás [segundo a cronologia evolucionista], formigas do tamanho de beija-flores percorriam a área onde hoje se encontra o estado do Wyoming. Uma nova descoberta de fósseis revela que esses insetos gigantes podem ter atravessado uma ponte de terra do Ártico entre a Europa e a América do Norte durante um período particularmente quente na história da Terra. Com cerca de cinco centímetros de comprimento, o modelo é uma “formiga monstruosamente grande”, avalia Bruce Archibald, paleontólogo da Universidade Simon Fraser, da província da Colúmbia Britânica, no Canadá. A descoberta foi relatada [no] dia 3 de maio, na revista Procedimentos da Sociedade Real B. Apesar de fósseis de pedaços soltos de formigas gigantes com asas já terem sido encontrados antes nos Estados Unidos, este é o primeiro espécime conhecido de corpo inteiro.

O fóssil da formiga vem de um local bem conhecido em Wyoming, chamado de Formação do Rio Verde. Porém, o objeto estava guardado em uma gaveta do Museu de Natureza e Ciência de Denver, relata Archibald. Quando um curador mostrou-lhe o fóssil, diz Archibald, ele sabia que estava olhando para algo emocionante.

As formigas são insetos resistentes – algumas podem até mesmo se transformar em uma espécie de jangadas para sobreviver a inundações. Mas, após um olhar moderno para as formigas-monstro, Archibald e seus colegas chegaram à conclusão de que as Titanomyra lubei precisavam muito provavelmente de um clima ameno para viver, semelhante ao das formigas gigantes (que não são tão gigantes assim) modernas. [...]

Alguns fósseis preservam pedaços de órgãos, incluindo os ferrões, genitália e estômagos.

(Hypescience)

Nota: Deixando de lado as inúmeras especulações sobre habitat e hábitos imaginadas a partir unicamente dos fósseis, é bom lembrar que complexidade desde a origem, gigantismo pré-diluviano e fossilização em massa no passado são elementos previstos pelo modelo criacionista.[MB]
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quinta-feira, 5 de maio de 2011

O Bullying no ambiente de trabalho

Conheço pessoas que passam boa parte do tempo de trabalho falando do que fazem, do que sabem, do que fizeram, do que ajudaram e de quanto são ocupadas e importantes. Fazem autopromoção o tempo todo. Falam alto sobre uma tarefa que vão realizar. Falam alto quando terminam, enfim parecem verdadeiros sistemas de alto-falantes dentro da empresa a alardear o que estão fazendo e o que irão fazer. Esse excesso de autopromoção se volta contra elas próprias, pois acabam fazendo um papel ridículo de se achar uma pessoa insubstituível.
Geralmente essas pessoas também são muito críticas de seus colegas de trabalho. Segundo dizem, só elas trabalham, só elas são ocupadas, só elas são importantes. Mas o mais interessante é que elas não falam diretamente. Elas passam o dia todo dando indiretas em seus colegas, com frases como “fico irritado(a) com gente folgada...” ou ainda “tem gente que parece que nasceu cansado(a) e não quer saber de trabalhar” e outras frases do gênero.

Essas pessoas quase sempre são bajuladoras de chefes. Quando o chefe pede alguma coisa elas correm na frente de seus colegas para fazer primeiro, não dando chance às outras pessoas para que façam esse atendimento. E, mais uma vez, alardeiam a sua prontidão, indiretamente chamando os seus colegas de lentos, preguiçosos, etc.

Na verdade existe um verdadeiro bullying também no ambiente de trabalho. Pessoas que intimidam outras e criam situações de constrangimento psicológico que torna o ambiente de trabalho insuportável às suas vítimas.

Estou escrevendo sobre isto porque tenho visto que pessoas mais introvertidas que fazem as coisas sem alarde, muitas vezes têm sido esquecidas em promoções, pois muitos chefes caem na armadilha das que alardeiam tudo o que fazem. Tenho visto empresas perderem pessoas excelentes por se sentirem absolutamente sufocadas num ambiente hostil.

O bullying também pode ocorrer por excesso de brincadeiras de mau gosto, piadinhas sem graça, gozações que não param. As pessoas que são alvos constantes dessas brincadeiras se sentem muito mal e com razão.
É preciso acabar com o bullying na empresa, pois ele existe. É preciso que todos os níveis de chefia estejam atentos para que devido a esse tipo de comportamento de alguns, a empresa não perca seus melhores talentos.Pense nisso. Sucesso!publicado por Nisto cremos

O Homem que Mudou de Ideia

Quando o centurião que estava em frente de Jesus ouviu o Seu brado e viu como Ele morreu, disse: “Realmente este homem era o Filho de Deus!” Marcos 15:39

Não sabemos como ele se chamava, apesar de a tradição dar-lhe o nome de Longinus. Como veterano de guerra nas fileiras militares, ele foi indicado com sua guarnição para um posto fronteiriço do Império: a Palestina. Ele tinha crescido e sido educado numa cultura que salientava o poder e havia conseguido em sua carreira militar muitas medalhas, comendas e troféus. Era um soldado que tinha jurado fidelidade a César. Estava orgulhoso de marchar sob a bandeira da águia romana.

Sob a responsabilidade de sua guarnição estava agora a tarefa de crucificar três homens. Imagino que esses soldados devam ter passado por um processo de dessensibilização para não se abalarem com o sofrimento, os gritos de dor e os xingamentos daqueles que eram crucificados.

Entre os que seriam crucificados, um deles, marcado pelos açoites, mantinha o porte de realeza e dignidade. Não havia em Seu rosto o estigma do crime, nem a expressão de vingança.

O centurião acompanhou passo a passo todo o processo da crucifixão. Escutou Jesus dizer: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo” (Lc 23:34). Escutou a conversa de um dos ladrões com Jesus. Procurou manter a calma de seus soldados quando o sol escureceu. Viu quando Jesus exalou o último suspiro. “Ele é inocente. Ele não merece morrer. Por que estão fazendo isso?”

No livro O Desejado de Todas as Nações, lemos: “Nos acontecimentos finais do dia da crucifixão, [...] quando a treva se erguera de sobre a cruz, e o Salvador soltara Seu brado agonizante, ouviu-se imediatamente outra voz dizendo: ‘Verdadeiramente este era o Filho de Deus’ (Lc 23:47).

“Essas palavras não foram murmuradas em segredo. Todos os olhos se voltaram a ver de onde provinham. De quem eram? Do centurião, o soldado romano. A divina paciência do Salvador, e Sua súbita morte, com o grito de vitória nos lábios, impressionaram esse pagão. [...]

“Assim foi novamente dada a prova de que nosso Redentor devia ver o trabalho de Sua alma. No mesmo dia de Sua morte, três homens, diferindo largamente entre si, declararam sua fé – o que comandava a guarda romana, o que conduzira a cruz do Salvador e o que morrera na cruz ao Seu lado” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 770).