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domingo, 23 de setembro de 2012
Preservando a memória
“Pouco se sabe no Brasil, nos meios adventistas, sobre a disseminação da mensagem entre nosso povo. Pouco ou quase nada um membro da igreja pode relatar sobre a época em que a tríplice mensagem [referência a Apocalipse 14:6-10] raiou no Brasil, através do porto de Itajaí, em Santa Catarina. A triste realidade é que a igreja não teve meios para conservar sua memória histórica...” (Ivan Schmidt, José Amador dos Reis – Pastor e Pioneiro, p. 9). Enquanto pensava no tipo de projeto final que eu deveria fazer para alcançar o grau de bacharel em Jornalismo, concluindo assim os quatro anos de faculdade na Universidade Federal de Santa Catarina, deparei-me com o texto citado acima. “E por que não?” – disse para mim mesmo – “Por que não fazer uma reportagem sobre o início da obra da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil?”
Naquele momento, escolhi meu projeto. Os seis meses seguintes foram dedicados à pesquisa sobre pessoas e fatos que fizeram história no meio adventista mas que, infelizmente, em boa parte foram esquecidos.
Nos primeiros dois capítulos deste livro, fiz uma breve introdução de como teve início a história da Igreja Adventista no mundo. Em seguida, procurei contextualizar a chegada da mensagem no processo da colonização alemã no Vale do Itajaí-Mirim – berço do adventismo no Brasil. Para isso, tive de gastar bom tempo em pesquisas sobre o assunto, principalmente no Museu Histórico do Vale do Itajaí-Mirim, em Brusque.
Como os fatos relatados (referentes à chegada do adventismo ao Brasil) ocorreram há mais de um século e, como já disse, poucos são os registros sobre eles, tive de contar principalmente com informações obtidas nas entrevistas com os parentes dos pioneiros – a maioria netos e bisnetos – e com os raros livros e artigos publicados em revistas denominacionais.
Passei horas agradáveis entrevistando pessoas e rememorando situações inspiradoras. Tive o prazer de caminhar por lugares históricos. Conheci a casa onde ficava o armazém de Davi Hort, local onde foi aberto o primeiro pacote de literatura adventista; o rio onde foram batizados os primeiros conversos; a primeira igreja adventista do sétimo dia no Brasil, no bucólico vale de Gaspar Alto; o púlpito de onde foram pregados os primeiros sermões no pequeno templo; a casa-dormitório dos estudantes da primeira Escola Missionária Adventista do Brasil e os cemitérios da Esperança (em Gaspar Alto, SC) e dos Pioneiros (na Fazenda Passos, RS), onde estão sepultados os pioneiros do movimento adventista.
Coletadas as informações, a questão agora era: Como escrever sobre tudo isso? Que estilo usar? Um texto bíblico do profeta Habacuque me deu a idéia. Ele, que viveu cerca de 600 anos antes de Cristo, conhecia as técnicas modernas de escrever melhor do que muitas pessoas, hoje: “Vou subir a minha torre de vigia e vou esperar com atenção o que Deus vai dizer e como vai responder à minha queixa. E o Deus Eterno disse: ‘Escreva em tábuas a visão que você vai ter, escreva com clareza o que vou lhe mostrar, para que possa ser lido com facilidade’” (Hb 2:1, 2).
O profeta se colocou num ponto estratégico: na torre de vigia. Um local onde, ao mesmo tempo em que se mantinha próximo a Deus, podia observar o que acontecia ao seu redor, o que falava o povo, quais as tendências sociais da época, para onde ia o rei...
“Para que possa ser lido com facilidade.” “Prender” o leitor o tempo suficiente para ler nossa mensagem é realmente um desafio. Era no tempo de Habacuque e é muito mais em nosso mundo agitado. Por isso, o escritor deve mobilizar recursos que envolvam o leitor e o façam prosseguir na leitura.
Como o simples relato cronológico dos eventos seria monótono, utilizei recursos próprios da literatura, como reconstituição de cenas e diálogos. Afinal, “em termos modernos, a literatura e o jornalismo são vasos comunicantes, são formas diferentes de um mesmo processo”, diz o crítico Boris Schnaiderman, citado no livro Páginas Ampliadas – O Livro Reportagem como Extensão do Jornalismo e da Literatura, p. 139.
No mesmo livro, à página 142, o autor Edvaldo Pereira Lima, jornalista, escritor e pesquisador, diz que “os norte-americanos aplicam o termo jornalismo literário para designar a narrativa jornalística que emprega recursos literários. Os espanhóis a denominam de periodismo informativo de creación. Esse emprego é necessário porque, para alcançar poder de mobilização do leitor e de retenção da leitura por sua parte, a narrativa de profundidade deve possuir qualidade literária”.
Apesar de o público alvo deste trabalho serem os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, pensei também nos possíveis leitores que não pertencem à igreja. Assim, encontraremos, por exemplo, um casal de alemães em Brusque “lendo” sobre a segunda vinda de Cristo e Roberto Fuckner “demonstrando” à esposa o porquê de ter-se decidido pela observância do quarto mandamento – o sábado – como dia sagrado.
Embora tenha procurado ser imparcial ao narrar os eventos – como deve procurar fazer todo jornalista –, admito que exalto com apaixonado entusiasmo a obra e os feitos realizados pelos pioneiros do movimento adventista. O leitor saberá compreender que o livro foi escrito por alguém que pertence ao movimento e defende sua filosofia e, por isso mesmo, não pretende divorciar-se de seus valores para atingir uma impossível perspectiva neutra.
Finalmente, os agradecimentos. Seria impossível mencionar todas as pessoas que, de forma direta ou indireta, contribuíram para que este trabalho fosse desenvolvido. Mesmo assim, não poderia deixar de agradecer às senhoras Paulina Gohr e Neli Bruns, a Augusto Alfredo Fuckner, Hilza Fuckner, Clara B. Hort, Henrique Carlos Kaercher e Herta Hort Kaercher, Marta Hort Rocha e Diomar Donato da Rocha, Eliseu Calson e Iria Calson (bondoso casal que me hospedou enquanto coletava dados em Gaspar Alto), Arnoldo Schirmer e Edith Belz Schirmer, Helmut Schirmer, Evaldo Belz (neto de Guilherme Belz), Edegardo Max Wuttke (o incansável pesquisador) e pastor Cláudio Belz (bisnetos de Guilherme Belz, que me franquearam seus arquivos de família e partilharam singelas recordações), Otto Kuchenbecker (responsável pelo Museu Histórico do Vale do Itajaí-Mirim, que me concedeu acesso aos arquivos do museu), Olinda Hort Schmitt, pastor Ivo Pieper (distrital de Jaraguá do Sul, na época), pastor José M. de Miranda (então distrital de Brusque) e sua esposa Rosemarie (por todo auxílio prestado na obtenção de informações na região de Brusque), Erich Olm (advogado da Divisão Sul-Americana) e ao seu pai Germano Willy Olm (neto de Augusto Olm, o primeiro ancião da IASD, no Brasil), aos pastores Wilson Sarli (ex-diretor da Casa Publicadora Brasileira) e José Silvestre (diretor de Jovens da Associação Paulistana), ao Arquivo Histórico de Itajaí. Agradeço, também, à professora e jornalista Neila Bianchin pelo acompanhamento e orientação na elaboração deste trabalho e ao professor e jornalista Dr. Nilson Lage pela copidescagem do texto original. Mas, sobretudo, agradeço ao Criador por me conceder o privilégio de lidar com assunto tão inspirador. Cresci muito com este projeto e passei a sentir ainda mais “orgulho” da fé que professo – o que espero transmitir a você, leitor.
Esta reportagem resumida e adaptada ao blog (lançada integralmente em forma de livro pela Casa Publicadora Brasileira, em 2000, com o título A Chegada do Adventismo ao Brasil) não é um apanhado de biografias. É antes a “biografia” de uma mensagem que transpõe barreiras étnicas e geográficas; atravessa o tempo e alcança pessoas de diversas idades e culturas (alcançou-me em 1989). Uma mensagem de esperança que tem o poder de transformar vidas, mudar corações. Uma mensagem que, segundo Manoel Margarido, ex-diretor de colportagem da União Sul-Brasileira da IASD, “está voando celeremente nas asas aurifulgentes da página impressa, deixando um rastro luminoso de [pessoas] esclarecidas. O seu vôo ... será ininterrupto, até que a mensagem resplandeça com grande poder em todo o mundo” (Revista Mensal, abril de 1930, p. 2).
Meu sincero desejo é que este livro possa ser uma justa homenagem aos homens e mulheres que dedicaram a vida para estabelecer a obra adventista no Brasil. Ao mesmo tempo, espero alcançar uma classe muito especial da igreja: os jovens. Que esta leitura possa inspirá-los com o exemplo dos bravos pioneiros que não mediram esforços ao lutar por aquilo em que acreditavam.
Michelson Borges
Descoberta pode ajudar a reescrever história cristã
Uma antiga coleção de 70 livros pequenos, cada um com 5 a 15 páginas de chumbo, pode desvendar alguns segredos dos primórdios do cristianismo. Para os estudiosos de religião e de história, trata-se de um tesouro sem preço. Ziad Al-Saad, diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia chegou a dizer que pode ser a “descoberta mais importante da história da arqueologia”. Embora ainda estejam divididos quanto à sua autenticidade, especialistas acreditam que se trata da maior descoberta da arqueologia bíblica desde que foram encontrados os Rolos do Mar Morto, em 1947. Os livros foram descobertos há cinco anos em uma caverna (foto) em uma região remota da atual Jordânia. Acredita-se que pertenciam a cristãos que fugiram após a queda de Jerusalém no ano 70 d.C. Documentos importantes do mesmo período já foram encontrados no mesmo local.
Testes iniciais indicam que alguns desses livros de metal datam do primeiro século. A estimativa é baseada na forma de corrosão que atingiu o material, algo que especialistas acreditam ser impossível reproduzir artificialmente. Quando os estudos forem concluídos, esses livros podem entrar para a história como alguns dos primeiros documentos cristãos, antecedendo até mesmo os escritos atribuídos ao apóstolo Paulo.
A maioria das páginas desses livros metálicos é do tamanho de um cartão de crédito. Os textos estão escritos em hebraico antigo, sendo a maior parte em um tipo de código. O britânico David Elkington, acadêmico de arqueologia e de história religiosa antiga, foi um dos poucos a ter examinado os livros. Ele acredita que essa pode ser “a maior descoberta da história cristã”. “É algo de tirar o fôlego pensar que temos acesso a objetos que podem ter pertencido aos santos dos primórdios da Igreja”, disse ele.
Após ter sido descoberto por um beduíno da Jordânia, o tesouro foi adquirido por um beduíno israelense, que está sendo acusado de contrabandeá-lo para Israel, onde está hoje. O governo jordaniano está tentando repatriar as relíquias, mas sem sucesso.
Philip Davies, professor emérito de estudos bíblicos da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, disse haver fortes evidências de que os livros têm uma origem cristã e mostram mapas da Jerusalém do primeiro século. “Há obviamente imagens cristãs. Há uma cruz em primeiro plano, e por trás dela o que tem pode ser o túmulo [de Jesus], uma pequena construção com uma abertura, e atrás disso os muros da cidade… É uma crucificação cristã que ocorreu fora dos muros da cidade.”
A doutora Margaret Barker, ex-presidente da Sociedade de Estudos do Antigo Testamento, explica: “O livro do Apocalipse fala de um livro selado que seria aberto somente pelo Messias. Outros textos da época falam sobre livros de sabedoria selados e de uma tradição secreta transmitida por Jesus aos seus discípulos mais próximos. Esse é o contexto dessa descoberta. Sabe-se que, pelo menos em duas ocasiões, grupos de refugiados da perseguição em Jerusalém rumaram para o leste, atravessaram a Jordânia, perto de Jericó e foram para a região onde esses livros agora foram achados.”
Para ela, outra prova de que o material é cristão e não judaico é o fato de os escritos estarem em formato de livros, não de pergaminhos. “Os cristãos estão particularmente associados com a escrita na forma de livros. Eles guardavam livros como parte de uma tradição secreta do início do cristianismo… Caso se confirmem as análises iniciais, esses livros poderão trazer uma luz nova e dramática para a nossa compreensão de um período muito significativo da história, mas até agora pouco conhecido.”
Ela se refere ao período entre a morte de Jesus e as primeiras cartas do Apóstolo Paulo. Há referências históricas a alguns desses acontecimentos, mas quase nenhum material deixado por quem realmente vivenciou o surgimento da igreja cristã. Essa descoberta sanaria muitas das dúvidas levantadas por outros estudiosos sobre a veracidade dos relatos da existência do que comumente é chamado de “o Jesus histórico”.
(Pavanews, com informações de BBC e Daily Mail
Beija-flor robô tenta imitar o original
O que torna o beija-flor um pássaro digno de admiração, além de sua beleza, é a incrível capacidade de voo. Com suas asas diminutas, esse pequeno pássaro consegue parar no ar, voar de lado, ir para frente e para trás com grande velocidade. De olho há um bom tempo nessas proezas, depois de cinco anos de esforços, a empresa norte-americana AeroVironment desenvolveu ao curso de quatro milhões de dólares um beija-flor robô que voa quase com a mesma destreza do pássaro de verdade.
Como o nome de Nano Hummingbird (Nanobeija-flor), o beija-flor robô mede 16 centímetros, pesa 19 gramas e atinge a velocidade de 18 km por hora. Suas baterias recarregáveis proporcionam autonomia de voo de apenas oito minutos.
Uma câmara instalada no robozinho alado permite ao operador dirigir o “pássaro” a distância e explorar locais fora do alcance visual de quem o controla. Infelizmente, a invenção foi financiada pelos militares que esperam utilizá-la para espionagem.
Já é sabido pelos cientistas que a aerodinâmica e o impulso gerados pelas asas dos pássaros são muito mais complexos do que os dos aviões e helicópteros que voam usando asas rígidas para dar sustentação e hélices ou outro tipo de propulsão para gerar a impulsão. A invenção do Nanobeija-flor, que apenas imita as capacidades do beija-flor de verdade, deveria encher os cientistas de maior admiração pelo Criador das aves.
Michelson Borges
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Cremos no Espirito de Profecia
Perguntas.
Eliene de Deus Souza disse:
3 de janeiro de 2012 às 21:45
Eu gostaria de entender quem é o Espírito de Profecia, é o Espírito Santo? Dizem que é Ellen White mas, o que ouço na igreja é que ela teve o dom de profecia,gostaria de esclarecimento.Obrigada.
Respostas=
Ailto Santana disse:
8 de fevereiro de 2012 às 18:29
Olá Eliene! Obrigado pelo carinho e comentário. Bem Ellen White foi escolhida por DEUS para receber o dom do Espírito de Profecia. E isso pode ser comprovado olhando para a sua vida. Por 70 anos ela apresentou fielmente as mensagens que Deus lhe deu para seu povo. Frequentou a escola só até os seus 9 anos, mas suas mensagens deram a luz a todo o sistema educativo mundial da Igreja Adventista. Desde as creches até as universidades. Ainda que não tinha nenhum treinamento médico, o fruto de seu ministério pode-se ver hoje na rede de hospitais e clínicas adventistas que se encontram ao redor do mundo. E ainda que não foi formalmente ordenada como ministro do evangelho, provocou um impacto espiritual sem precedentes nas vidas de milhões. Desde um extremo da terra até o outro. Foram mais de dois mil sonhos e visões, mais de cem mil páginas escritas, só em Português são mais de 70 livros que tratam de assuntos como: Saúde, Familia, Educação, Administração e temas espirituais. Os livros de Ellen White continuam até o presente momento ajudando às pessoas a encontrar seu Salvador, a aceitar o perdão de seus pecados, a compartilhar esta bênção com outros, e a viver na esperança da promessa de seu cedo regresso!
Cremos na Igreja remanescente.
Comentários= silvania disse:
24 de agosto de 2012 às 10:44
ainda nao sou batizada mas ja frequento a igreja adventista,creio em suas doutrinas.buscava a igreja verdadeira na sinceridade de meu coraçao e deus me mostrou.que deus continue lhe abençoando pastor ivan saraiva pois vemos o amor de deus refletido em suas palavras.
Cristãos entre o Púlpito e o Palanque!
Comentários=
FABIO HENRIQUE MACEDO MENDONCA disse:
10 de setembro de 2012 às 16:28
A função pública ou o cargo público exige de seu ocupante a consciência de que o “bem público é indisponível”, ou seja, não está à disposição do ocupante do mandato eletivo para fazer a vontade individual, mas a vontade da coletividade, a vontade da lei e dos interesses públicos que ela defende. Não se pode dispor de um Prefeito ou Vereador para fazer valer a vontade de um grupo social, vez que a Lei é a expressão da “consciência coletiva”. A consciência cristã nada tem a ver com essa “consciêcnia coletiva”, com essa somas de vontades da coletividade que faz nascer a Lei. Por exemplo, no Novo Projeto do Código Penal existe determinadas situações em que o aborto é permitido, e a sociedade em sua maioria apoio essas hipoteses em que o aborto é permitido por Lei; assim, como em sâ consciência um cristão pode aprovar tal permissivo. Assim, temos que tomar cuidado com o meio político, porque para nós não vale o brocardo que diz: “A voz do povo é a voz de Deus”.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Muito cansado? Conheça 14 causas que podem estar por trás de sua fadiga
Postado por: Tudo para Vegetarianos
- 4
O
estresse do dia a dia e a necessidade de fazer diversas coisas ao mesmo
tempo podem fazer a fadiga perturbar a rotina, o que torna difícil até
mesmo atividades corriqueiras. No entanto, nem sempre essa fadiga quer
dizer que você está precisando apenas de um descanso. Confira o que pode
estar por trás dessa sensação de cansaço incessante.Pouco tempo de sono
O período do sono serve para repor nossas energias. É nesse período que acontece a síntese de proteínas, fazendo com que o cansaço do dia desapareça. Assim, se não há o tempo de sono adequado, a fadiga bate à porta.
“A quantidade de sono necessária depende do cansaço físico e mental, da idade e até da genética de cada indivíduo. Em média, um adulto deve dormir entre sete e oito horas por dia”, explica Shigueo Yonekura, neurologista e especialista em sono do Instituto de Medicina e Sono.
Para que o seu sono tenha qualidade, é necessário que ele passe por todos os estágios, sendo cinco ao todo. Os dois primeiros representam o sono superficial, consumindo entre 55 e 60% do tempo dormido. Nos estágios três e quatro, acontece o descanso “físico”, que dura 20% do tempo. O quinto e último estágio ocupa os 20% restantes do tempo e nele acontecem os sonhos, considerados importantes para preservar a memória.
Apneia do sono
Esse distúrbio é caracterizado pelo fechamento repetitivo da passagem do ar pela garganta durante o sono, podendo interromper a respiração por até 40 segundos. Essas pequenas paradas fazem com que o indivíduo acorde durante a noite, interrompendo o sono. “Fadiga, falta de concentração, alteração de humor e perda de memória e libido são sintomas comuns de quem sofre de apneia”, conta o neurologista Shigueo Yonekura.
Para detectar o problema, é necessário procurar ajuda médica, pois apenas exames em um laboratório de sono podem indicar o distúrbio. Em alguns casos, o tratamento se restringe à perda de peso, já que a gordura em excesso na região do pescoço estreita ainda mais a laringe, provocando a doença.
Sedentarismo
Subir um lance de escadas e já ficar cansado é apenas um dos incômodos que a vida sedentária traz. É comum pessoas que não fazem nenhuma atividade física se sentirem fadigadas ao menor sinal de esforço.
Isso se deve à falta de condicionamento do sistema cardíaco, ou seja, o coração não bate saudável a ponto de mandar sangue para o corpo todo. Desse modo, explica o cardiologista João Vicente da Silveira, do Hospital São Luiz, por causa do acúmulo de ácido lático nos músculos, o sistema muscular acaba fraco.
Para resolver esse problema, não há outra solução: mexa-se! “O sedentário tem que se mexer, fazer caminhada, natação, hidroginástica”, aconselha João Vicente, que lembra que a falta de tempo ou dinheiro não é desculpa para ficar parado. Descer do ônibus a dois ou três pontos de seu destino, caminhar até a padaria ou o banco, trocar o elevador pela escada são dicas valiosas para quem ainda insiste em dar desculpas.
Anemia
A sensação de fadiga pode estar ligada a essa doença, que nada mais é do que a diminuição da hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio e nutrientes pelo corpo.
“Quem tem anemia acaba transportando menos substâncias, o que não é aceito pelo organismo. O coração exige mais trabalho, levando ao fracasso dos músculos”, esclarece o nutrólogo José Alves Lara Neto, vice-presidente da ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia). Com tratamento, a fadiga desaparece completamente.
Alergia ao glúten
Quem possui essa alergia alimentar, segundo o nutrólogo José Alves Lara Neto, sente-se sem energia para nada. Ele explica que isso acontece porque a glutenina, proteína formadora do glúten, provoca uma irritação no intestino, diminuindo a absorção de outras substâncias. Por isso, é importante detectar rapidamente a alergia ao glúten.
Consumo de café
Quem diria! A cafeína, conhecida por fornecer energia, pode ser o agente causador da fadiga inexplicável. Essa substância é termogênica, logo, obrigará teu organismo a gastar mais energia. No entanto, quando você não tem essa energia para gastar, tudo o que fica é o cansaço, a moleza… “Ela não dá energia, só estimula a gastar”, sintetiza o nutrólogo José Alves Lara Neto.
Desidratação
O consumo de água adequado é vital para o bom funcionamento do organismo. Assim, o corpo desidratado está disfuncional. “A água serve pra manter a temperatura do corpo. Se você não toma muita água, o seu organismo vai esquentar e cansar muito rápido”, conta o nutrólogo José Alves Lara Neto.
Para saber qual é a quantidade certa de água que você deve consumir diariamente, multiplique seu peso por 0,03. Seguindo esse cálculo, uma pessoa de 70 quilos deve tomar, aproximadamente, 2,1 litros de água por dia.
Cigarro
Mais um motivo para largar o cigarro: ele te cansa, e por vários motivos. O primeiro deles, segundo a pneumologista Maria Vera Cruz de Oliveira Castellano, do Hospital do Servidor Público Estadual é que quem fuma tem maior concentração de monóxido de carbono no sangue, que compete com o oxigênio para fazer ligação com a hemoglobina. Assim, o fumante tem menor concentração de oxigênio correndo pelo sangue, o que dá a sensação de fadiga.
Outro motivo é que, entre os componentes do cigarro, estão alguns que aceleram o catabolismo – conjunto de reações metabólicas que liberam energia no organismo -, levando à perda desnecessária dessa energia. Além disso, a nicotina diminui a quantidade de oxigênio que chega à periferia do organismo, piorando o cansaço.
“Por último, quem fuma tem perda maior de função pulmão por causa da ação dos componentes do cigarro no órgão. Eles levam à inflamação dos brônquios, que ficam mais obstruídos. Vários componentes oxidantes destroem as ligações entre os alvéolos, causando enfisema pulmonar”, completa a pneumologista, enfatizando que isso leva à fadiga. Se esse é o seu caso, não há saída além de apagar o cigarro.
Diabetes
Quando mal controlada, essa doença também causa fadiga. O diabetes, explica o endocrinologista César Hayashida, do Hospital Santa Cruz, causa desequilíbrio no metabolismo, desequilibrando também a parte do controle de líquidos do corpo.
“Existe a deficiência relativa ou absoluta de insulina, então o metabolismo de nutrição não é feito de maneira adequada. Assim, há perda de liquido e desidratação”, pormenoriza. Esse desarranjo é o grande responsável pela fadiga em portadores do distúrbio. Com o controle da doença, entretanto, a fadiga tende a melhorar consideravelmente.
Distúrbios da tireóide (hipotireodismo ou hipertireodismo)
Embora sejam dois distúrbios extremos, tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo podem causar fadiga, embora não da mesma forma. No caso do hipertireoidismo, o doente tem o metabolismo acelerado, o que faz com que seu corpo faça um esforço desnecessário. Assim, mesmo sem qualquer atividade física, seu coração baterá mais acelerado. Em dias quentes, ela sente cansaço equivalente ao da prática de atividade física.
Já no hipotireoidismo, acontece o contrário. “Como também há alteração no funcionamento do coração, a pessoa fica cansada sem fazer esforço”, conta o endocrinologista César Hayashida. É como se tudo ficasse mais lento, até mesmo o cérebro, dificultando a execução de tarefas.
Síndrome da fadiga crônica (SFC) ou fibromialgia
A síndrome da fadiga crônica (SFC) é um mal sem causa identificada, comumente associada à fibromialgia, onde o quadro de cansaço não melhora nem com o descanso. É complicado, até mesmo para especialistas, separar essa síndrome da fibromialgia, que é uma síndrome de amplificação dolorosa não inflamatória e crônica de difícil diagnóstico. Isso porque a fadiga aparece na grande maioria dos casos de fibromialgia, que também pode estar relacionada a dores e distúrbios do sono do paciente.
“A fibromialgia é uma doença que tem a fadiga como um dos sintomas principais. Ao mesmo tempo, na síndrome da fadiga crônica, o principal sintoma também é a fadiga. Então, pode acontecer do paciente ter as duas doenças”, conta Roberto Heymann, coordenador do ambulatório de fibromialgia da Unifesp.
A fadiga causada por esses distúrbios é arrebatadora. O doente já acorda de manhã muito cansado, o que piora durante o dia e, apesar de descansar, o cansaço não melhora. Se esse quadro persistir durante três meses, é importante procurar um reumatologista, que saberá diagnosticar. “A fibromialgia é um diagnostico de inclusão, ou seja, se o paciente preenche os critérios, ele tem. Na SFC, você tem que afastar outras doenças”, explica Heymann, que reitera que, ao contrário de doenças virais ou autoimunes, nenhum dos dois distúrbios causa fadiga muscular, mas sim a falta de energia.
Embora ainda não exista tratamento adequado para essas síndromes, ele tem sido feito com o uso de antidepressivos, derivados de anfetaminas (para melhorar o quadro de falta de energia) e até mesmo GH (hormônio do crescimento), além de atividades físicas e medidas para a melhoria da qualidade de sono do paciente.
Depressão
Para o depressivo, é ainda mais difícil conseguir forças para realizar qualquer atividade, até mesmo as mais corriqueiras. A extrema falta de energia e vontade é um dos principais sintomas da doença, que também incluem queda de concentração, alterações do apetite e sono e pensamentos negativos constantes.
Depressão é coisa séria e exige tratamento adequado, que envolve terapia e uso de medicação. “Em geral, a fadiga melhora com o uso de antidepressivos, principalmente os que aumentam a noradrenalina”.
Estresse
Nosso corpo tem um balanço de forças motivadoras e calmantes – os sistemas noradrenérgico e serotoninérgico. Enquanto o primeiro faz com que você tenha força e vontade, o segundo está ligado à calma. Toda vez que o indivíduo passa por situações de estresse, há um descompasso desse balanço. “Se há predomínio da serotonina em relação à noradrenalina, há a fadiga”, explica Sérgio Klepacz, psiquiatra do Hospital Samaritano. Se esse é o seu caso, está na hora de relaxar!
Doenças cardíacas
A fadiga é o primeiro sintoma que indica que algo não está bem com o seu coração. Quando ele está fraco ou dilatado, não bombeia o sangue com eficiência, causando a fadiga. Por isso, a fadiga é o primeiro sintoma de inúmeras doenças cardíacas: angina, infarto agudo do miocárdio, pós-infarto, artérias entupidas, pressão alta, insuficiência cardíaca, arritmia, doenças valvulares, fibrilação atrial, entre outras.
“O sangue chega muito devagar em todas as partes do organismo, inclusive no cérebro, o que favorece o aparecimento do Alzheimer”, alerta o cardiologista João Vicente da Silveira. Por isso, ele ressalta a importância do check-up, principalmente a partir dos 40 anos.
Fonte: Minha Vida
O Efeito dos Alimentos Estimulantes
Postado por: Tudo para Vegetarianos
- 25
A
intemperança começa à nossa mesa, no uso de alimentos insalubres.
Depois de algum tempo, devido à continuada condescendência com o
apetite, os órgãos digestivos se enfraquecem, e o alimento ingerido não
satisfaz. Estabelece-se um estado mórbido, experimentando-se intenso
desejo de usar comida mais estimulante. O chá, o café e os alimentos
cárneos, produzem efeito imediato. Sob a influência desses venenos, o
sistema nervoso fica excitado e, em certos casos, momentaneamente, o
intelecto parece revigorado e a imaginação mais viva.Como esses estimulantes produzem no momento resultados tão agradáveis, muitos chegam à conclusão de que realmente deles necessitam, e continuam a usá-los. Há sempre, porém, uma reação. O sistema nervoso, havendo sido indevidamente estimulado, tomou emprestado para o uso presente, energias reservadas para o futuro. Todo esse temporário fortalecimento do organismo é seguido de depressão. Proporcional a esse passageiro aumento de forças do organismo, será a depressão dos órgãos assim estimulados, após haver cessado o efeito do excitante. O apetite educa-se a desejar muito algo mais forte, que tenda a manter e acrescentar o aprazível desejo, até que a condescendência se torne um hábito, havendo contínuo e intenso desejo de mais forte estímulo, como seja o fumo, vinhos e outras bebidas alcoólicas. Quanto mais se satisfizer o apetite, tanto mais freqüente será sua exigência, e mais difícil de o controlar. Quanto mais enfraquecido se tornar o organismo, e menos capaz se tornar de passar sem tais estimulantes, tanto mais aumenta a paixão por eles, até que a vontade é vencida, e parece impossível a resistência ao forte e falso desejo desses estimulantes.
O
único caminho seguro é não tocar, não provar, não manusear o chá, o
café, vinhos, o fumo e o ópio e as bebidas alcoólicas. A necessidade de
os homens desta geração chamarem em seu auxílio a força de vontade
fortalecida pela graça de Deus, a fim de resistir às tentações de
Satanás, e vencer a mínima condescendência com o apetite pervertido, é
duas vezes maior que a de algumas gerações passadas. Mas a geração atual
tem menos poder de domínio próprio do que os que viviam então. Os que
têm condescendido com o apetite quanto a esses estimulantes,
transmitiram aos filhos os depravados apetites e paixões, tornando-se a
esses filhos necessário maior força moral para resistir a toda sorte de
intemperança. O único procedimento perfeitamente seguro é ficar firme ao
lado da temperança, e não se arriscar na perigosa vereda.O grande objetivo por que Cristo suportou aquele longo jejum no deserto, foi ensinar-nos a necessidade da abnegação e da temperança. Essa obra deve começar à nossa mesa, cumprindo que seja estritamente efetuada em todos os aspectos da vida. O Redentor do mundo veio do Céu para ajudar o homem em sua fraqueza para que, no poder que Jesus lhe veio trazer, ele se torne forte para vencer o apetite e a paixão, fazendo-se vitorioso em todos os pontos.
Muitos pais educam os gostos de seus filhos, e lhes formam os apetites. Servem-lhes carnes, chá e café. Os alimentos cárneos muito condimentados e o chá e o café que algumas mães animam os filhos a ingerirem, preparam o caminho para eles desejarem os estimulantes mais fortes, como o fumo. O uso do fumo incita o desejo das bebidas alcoólicas; e seu uso diminui invariavelmente a força nervosa.
Caso as sensibilidades morais dos cristãos se despertassem no sentido da temperança em todas as coisas, eles poderiam por seu exemplo começar à mesa a ajudar os que são fracos no domínio de si mesmos, quase impotentes para resistirem aos anseios do apetite. Se pudéssemos compreender que os hábitos que formamos nesta vida afetarão nossos interesses eternos, que nosso destino perpétuo depende dos hábitos de estrita temperança, esforçar-nos-íamos no sentido de formá-los no comer e no beber. Por nosso exemplo e esforço pessoal, podemos servir de instrumentos para salvar muitas almas da degradação da intemperança, do crime e da morte. Nossas irmãs podem fazer muito na grande obra da salvação de outros com o apresentar mesas providas apenas de alimentos saudáveis e nutritivos. Podem empregar o precioso tempo de que dispõem em educar o gosto e o apetite de seus filhos, formando neles hábitos de temperança em todas as coisas, incentivando ao mesmo tempo a abnegação e a beneficência em proveito dos outros.
Fonte: Ellen White, Conselhos sobre Saúde, p. 124-126
Cuidados com os pés no inverno
Postado por: Tudo para Vegetarianos |
- 13
Agasalhar as extremidades do corpo no frio para evitar doenças não é história de vovó, como pensam alguns.Por um tempo, eu acreditei que o frio não pudesse fazer mal a ninguém, uma inverdade que acreditei por ter me baseado em literaturas que não mereciam o meu crédito.
Mas, uma observação atenta ao meu corpo, às reações que o frio poderia causar no corpo desprotegido dos meus filhos e a leitura do que Deus diz, através de Sua serva Ellen White, me fizeram repensar e mudar de ideia.
Meus filhos amam ficar descalços. Nós moramos numa casa com piso de cerâmica por todos os lados. No inverno o piso fica realmente muito frio, por isso procuro manter meus filhos com os pés cobertos, agasalhados adequadamente para a temperatura do dia, com equilíbrio. Mas, quando menos espero lá estão os meus queridos descalços. O nariz do Matheus logo começa a escorrer. A coriza é o primeiro sintoma visível que o piso frio causa nele. E lá vou eu novamente calçá-lo e explicar o porquê ele não pode permanecer descalço no piso gelado.
Você já ficou na cama, se virando de um lado para o outro, sem conseguir dormir por causa do pé que não esquenta? Comigo acontece sempre que tento dormir sem meias no inverno. Isto é sinal de que a circulação sanguínea precisa de uma ajudinha para não ficar em maior concentração num local. É só calçar as meias e esperar o pé aquecer e pronto, logo embalo no sono.
Deus é muito sábio. Ninguém conhece melhor o funcionamento do corpo humano do que Ele. Vejam o que diz o Espírito de Profecia:
“Outro mal fomentado pelo uso é a desigual distribuição do vestuário, de modo que, enquanto algumas partes do corpo estão mais agasalhadas do que precisam, outras se acham insuficientemente vestidas. Os pés e os membros, estando afastados dos órgãos vitais, devem ser especialmente protegidos do frio por suficiente roupa. É impossível desfrutar saúde quando as extremidades estão habitualmente frias; pois, se há pouco sangue nelas, terá de haver em excesso noutras partes do corpo. Saúde perfeita requer perfeita circulação; isso, porém, não se pode ter quando três ou quatro vezes mais agasalho é usado sobre o corpo, onde se encontram os órgãos vitais, do que nos membros.” A Ciência do Bom Viver, p. 293.
“Eu faria uma coisa muito imprudente se entrasse em um aposento fresco estando suada; mostrar-me-ia desavisada despenseira se me permitisse sentar em uma corrente de ar, expondo-me assim a um resfriado. Seria falta de prudência se me sentasse com pés e membros frios, fazendo assim com que o sangue refluísse das extremidades para o cérebro e os órgãos internos. Devo proteger sempre meus pés no tempo úmido. Comeria regularmente da comida mais saudável, que promovesse a melhor qualidade de sangue, e não trabalharia intemperantemente, estando em meu poder evitá-lo. E quando transgrido as leis que Deus estabeleceu em meu ser, devo arrepender-me e reformar-me, pondo-me nas mais favoráveis condições sob o cuidado dos médicos providos por Deus – ar puro, pura água, e o precioso Sol medicinal.” A Ciência do Bom Viver, p. 302.
“Satanás inventou as modas que deixam os membros expostos resfriando e desviando a corrente da vida de seu curso original. E os pais se curvam ante o altar da moda de tal maneira vestindo os filhos que os nervos e veias ficam contraídos e não desempenham o propósito que Deus para eles determinou. O resultado é, habitualmente, pés e mãos frios. Os pais que seguem a moda, em vez de à razão, terão contas a prestar a Deus, por assim roubarem a saúde dos filhos. Mesmo a própria vida, freqüentemente é sacrificada ao deus da moda. Testimonies, v. 2, p. 531-532.” Orientação da Criança, p. 427.
O Matheus, meu filho caçula tem algumas alergias que acabam por desencadear doenças em seu sistema respiratório, como pneumonia (talvez até uma asma, ainda não temos certeza). Ele inclusive já ficou internado no ano passado. Em apenas 1 dia e meio, uma gripe virou pneumonia, apesar dos nossos cuidados.
De lá para cá tenho estudado mais a respeito, observado ainda melhor o que baixa a imunidade dele, o que causa estas alergias. Manter os pés sempre aquecidos no inverno, apesar de toda a dificuldade que isto representa já que ele gosta mesmo de andar descalço tem se mostrado uma medida eficaz para prevenir os resfriados, e deixá-lo menos acessível para desenvolver suas alergias.
Seguir as orientações de Deus no cuidado da nossa saúde e de nossos filhos é uma atitude muito sábia mesmo no nosso mundo pós moderno.
Comente, divida a sua experiência conosco. É sempre um prazer conhecer um pouco da experiência de quem nos lê, porque nos fortalece em nossa fé.
Por Vanessa Rosa – Dia a Dia: uma mãe vegetariana
terça-feira, 10 de julho de 2012
Site americano acrescenta estilo de vida adventista em lista para viver mais
O AOL de hoje trouxe algumas dicas sobre como agir em termos de
alimentação e vida em geral (exercícios físicos, etc.) para alcançar os
100 anos.
São 12 dicas ao todo e vejam a de no. 8 (cuja tradução coloco no final)
8. Live Like a Seventh Day Adventist
Americans who define themselves as Seventh Day Adventists have an
average life expectancy of 89, about a decade longer than the average
American. One of the basic tenets of the religion is that it’s important
to cherish the body that’s on loan from God, which means no smoking,
alcohol abuse, or overindulging in sweets. Followers typically stick to a
vegetarian diet based on fruits, vegetables, beans, and nuts, and get
plenty of exercise. They’re also very focused on family and community.
Fonte: Yahoo EUA
8. Viva como um adventista do sétimo dia
Os americanos que se definem como adventistas do sétimo dia têm uma
expectativa de vida média de 89 anos, cerca de uma década a mais do que
o americano em geral. Uma das crenças básicas da religião é o de ser
importante cultivar o corpo que é uma concessão de Deus, o que significa
não fumar, o abuso do álcool, ou indulgência no consumo de doces. Os
adeptos [do adventismo] tipicamente se apegam a um regime alimentar
vegetariano baseado em frutas, verduras, grão e nozes, e buscam
exercitar-se bastante. Também dão enfoque à família e comunidade.
Correspondente: Prof. Azenilto G. BritoFonte: http://gilbertotheiss.blogspot.com
Dieta dos adventistas do sétimo dia
Entre
as dietas de hoje, o vegetarianismo tem sido a escolha de cada vez mais
pessoas, tendo o veganismo também crescido mundialmente. Algumas
pessoas, por ética, outras em defesa aos animais ou por um estilo de
vida mais saudável. Há também o crudivorismo, que se baseia na premissa
de que os alimentos devem ser consumidos sempre em seu estado natural e
não cozidos. Dentre essas e muitas outras dietas, talvez você esteja se
perguntando: “Por que um artigo para introduzir mais uma dieta?”.Uma definição médica comum para dieta é “um regime de comida/bebida com o objetivo de emagrecimento”. Mas seria só isso? Do greto diaita, a palavra dieta significa, literalmente, “maneira de se viver”, isto é, como guiamos nossa vida em termos de alimentação.
Princípios da dieta
É importante entendermos quais são os dois princípios estabelecidos por Deus para nosso regime alimentar.
O primeiro princípio é a simplicidade:
“Devemos sentir-nos satisfeitos com alimento simples, puro, preparado da maneira mais simples. Este deve ser o regime de grandes e humildes.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 85.
“[...] crianças devem aprender que têm de comer para viver, e não viver para comer.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 230.
“O verdadeiro jejum que se deve recomendar a todos, é a abstinência de toda espécie de alimento estimulante, e o uso apropriado de alimentos simples e saudáveis, por Deus providos em abundância. Os homens precisam pensar menos sobre o que comer e o que beber, com relação a alimentos temporais, e muito mais com respeito ao alimento do Céu, que dará tono e vitalidade a toda a experiência religiosa.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 90.
Deus deseja que nós, seus filhos, tenhamos simplicidade ao comer, pois nosso foco não deve estar em tesouros e posses terrenas, mas sim nos tesouros celestes que Cristo tem reservado. Por isso, se nosso foco estiver no que comer ou beber, jamais entenderemos e apreciaremos as verdadeiras maravilhas que Deus quer nos dar. Devemos utilizar o alimento simples para dispor de boa saúde física e mental, o que nos tornará mais aptos para entender suas mais profundas verdades. Não porque merecemos ou pelos nossos esforços em comermos isso ou aquilo, mas porque essas são as leis da natureza estabelecidas pelo Criador! Quando violamos o princípio da simplicidade no comer e beber, não podemos estar em harmonia com as leis da natureza.
O segundo princípio fundamental é utilizarmos a inteligência dada a nós, pelo Criador, para raciocinarmos da causa para efeito:
“É nosso dever agir prudentemente no que concerne a nossos hábitos de comer, ser temperantes, e aprender a raciocinar de causa para efeito. Caso façamos nossa parte, o Senhor fará a Sua em conservar-nos a energia cérebro-nervosa.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 492.
“Deveis compreender que cada órgão do corpo deve ser tratado com respeito. Em questão de regime alimentar, deveis raciocinar da causa para o efeito.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 112.
E o que isso significa? Que antes de comer ou beber qualquer coisa, devemos raciocinar qual será o efeito daquele alimento em nosso organismo. Devemos levantar perguntas à nossa razão: “Necessito realmente deste alimento agora? A combinação que estou fazendo fará bem aos meus órgãos? Este alimento causará algum tipo de barreira física e/ou mental para compreender e realizar a vontade de Deus?” E ao pensar na resposta, devemos estar constantemente orando a Deus para que Ele nos ilumine e nos dê força para fazer a melhor escolha! E tenha a certeza que Ele não nos abandonará.
Povo peculiar, dieta peculiar
Com esses princípios em mente qual seria a dieta mais apropriada, então? O veganismo, por não conter nenhum alimento de origem animal? O crudivorismo, devido a seu apelo à uma alimentação com base em alimentos não cozidos ou processados? Ou simplesmente o vegetarianismo?
Ao invés de tentarmos descobrir qual o regime mais apropriado ou tentar estabelecer uma combinação das dietas, Deus, em Sua infinita sabedoria, para evitar o preconceito em relação a qualquer regime alimentar existente, nos leva a uma dieta que difere das outras, não só pelo alimento que é abrangido pela dieta, mas pelo objetivo: um povo peculiar na terra (veja Deuteronômio 14:2 e 1 Pedro 2:9), que anuncia a segunda vinda de Jesus e que guarda Seus mandamentos. Ser o povo peculiar de Deus não significa ser superior a alguém, mas simplesmente viver de acordo com os princípios divinos, esvaziar-se de si mesmo e levar a mensagem de que nosso foco não é comida e bebida, mas, sim, o reino de Deus.
Você está disposto(a) a seguir em frente com a dieta divina? É sua saúde, sua escolha.
“Nossos hábitos de comer e beber mostram se somos do mundo ou do número daqueles a quem o Senhor, por Seu poderoso cutelo da verdade separou do mundo. Estes são Seu povo peculiar, zeloso de boas obras.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 379.
Por Tháles Oliveira – Mudança de Escolha
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Coca-cola e Pepsi com Potencial Cancerígeno
Um
grupo americano de defesa do consumidor afirmou que os refrigerantes normais e diet da Coca-Cola e da Pepsi contêm uma
substância que pode causar câncer em quantidade acima do normal. Em um
comunicado público, o Center for Science in the Public Interest (CSPI – Centro
para a Ciência a Favor do Interesse Público, em tradução livre) afirmou que
análises químicas detectaram a presença de altos níveis de 4-metilimidazol
(4-MEI), um produto usado para dar a cor “caramelo” aos refrigerantes.
O CSPI coletou amostras de Coca-Cola, Pepsi e outras marcas populares nos Estados Unidos em lojas na capital do país, Washington, e arredores. Foram encontradas de 145 a 153 microgramas (1 micrograma é a milionésima parte do grama) de 4-MEI em duas latas de 350 mililitros de Pepsi; 142 e 146 microgramas em duas latas de Coca-Cola; e 103 e 113 em duas latas de Diet Coke.
O CSPI coletou amostras de Coca-Cola, Pepsi e outras marcas populares nos Estados Unidos em lojas na capital do país, Washington, e arredores. Foram encontradas de 145 a 153 microgramas (1 micrograma é a milionésima parte do grama) de 4-MEI em duas latas de 350 mililitros de Pepsi; 142 e 146 microgramas em duas latas de Coca-Cola; e 103 e 113 em duas latas de Diet Coke.
Segundo
a lei do estado da Califórnia, produtos que contenham quantias de 4-MI acima de
29 microgramas precisam ser identificados com um rótulo avisando que podem
aumentar o risco de câncer.
“Quando
a maioria das pessoas lê ‘corante caramelo’ nos rótulos dos alimentos, acha que
se trata de um ingrediente similar ao obtido ao derreter açúcar em uma panela”,
afirmou Michael Jacobson, diretor executivo da CSPI. “Mas a realidade é bem
diferente. Corantes feitos com amônia ou pelo processo de sulfito de amônia
contêm substâncias que podem causar câncer e não fazem parte da cadeia
alimentar. Sob nenhuma circunstância poderiam ter um nome inocente como ‘corante
caramelo’.”
Em
uma petição enviada à FDA (agência americana que controla os remédios e
alimentos), a CSPI requereu a mudança do nome do ingrediente para “corante
caramelo quimicamente modificado” ou “corante caramelo por processo de sulfito
de amônia”. Também pediu que nenhum produto seja chamado de “natural” se
contiver qualquer tipo de corante caramelo.
Jacobson
vai além e defende o fim do uso do corante, já que outros produtos obtêm a
mesma cor marrom sem usar o 4-MEI, inclusive refrigerantes. “A Coca-Cola e a
Pepsi, com a anuência da FDA, estão expondo desnecessariamente milhões de
americanos a uma substância que causa câncer.”
Segundo
a CSPI, as pessoas em maior risco são homens na casa dos 20 anos, por
consumirem grandes quantias de bebidas com corante caramelo e porque jovens são
mais suscetíveis a produtos carcinogênicos que as pessoas mais velhas. [...]
Por
via das dúvidas, a Pepsi disse à CSPI que vai alterar a quantidade de corante
caramelo nos refrigerantes vendidos na Califórnia e que pretende estender a
medida para o resto dos EUA. Em entrevista a um blog da Rádio Pública Nacional,
a porta-voz da Coca-Cola disse que as mudanças para se adequar à lei da
Califórnia já foram iniciadas, mas que os produtos da empresa sempre foram
seguros.
(Veja)
sexta-feira, 23 de março de 2012
O que é Evangelismo?
O
que é Evangelismo? O que lhe vem a mente quando lhe falam sobre isso?
Você acha que tem o dom para evangelizar? Qual seria o melhor conceito
para definí-lo?Evangelismo tem a ver com o evangelho do Senhor Jesus. Por isso, a melhor definição poderia ser a de Charles Spurgeon que disse:
"Evangelismo é um mendigo contando a outro mendigo onde encontrar pão".
Esta definição afirma que a pregação do evangelho é mais do que a exposição pública da Bíblia. É o exemplo dado através de um cristianismo prático. Ser evangelista significa espalhar as boas novas de salvação.
Ser um evangelista significa ser o bom perfume de Cristo. Exalar e contagiar as pessoas por quem passa com a fragrância do conhecimento celestial. Como disse Paulo: "Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem...Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens, estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações." (II Coríntios 2:14,15 e 3:2,3).
“Se o nosso povo sair com fé. Fazendo tudo quanto puder para dar início, trabalhando à maneira de Cristo, o caminho será aberto diante dele. Se Ele demonstrar ter a energia que é necessário, a fim de obter êxito, e a fé que avança sem hesitação, em obediência à ordem de Deus, ricas messes serão obtidas. Deve avançar tanto e tão rapidamente quanto possível, com a determinação de fazer justamente aquilo que o Senhor disse deveria ser feito. Precisa ter energia e fé inflexível, ardente... O mundo tem que ouvir a mensagem de advertência”. Evangelismo, p.18-19.
Que Deus o use poderosamente para levar o evangelho por onde for!
Pr. Evandro Fávero
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Por que Cristo ainda não veio?
“Nosso Salvador não apareceu tão depressa como esperávamos. Falhou, porém, a palavra do Senhor?” (Ellen G. White)
O movimento adventista surgiu com a
expectativa da iminente vinda de Cristo e, mesmo depois do
desapontamento de 1844, seus pioneiros continuaram aguardando esse
evento. Partilhando fervorosamente dessa esperança[1] foi que, em 1851,
Ellen G. White escreveu: “Vi que o tempo para Jesus permanecer no lugar
santíssimo estava quase terminado e esse tempo podia durar apenas um
pouquinho mais; que o tempo disponível que temos deve ser gasto em
examinar a Bíblia, que nos julgará no último dia.”[2]
Entretanto, não tendo vindo Jesus, passadas três décadas, ela foi acusada de ter feito uma declaração falsa. Em resposta, ela argumentou que essa acusação também poderia ter sido feita a Cristo e aos apóstolos, que também chamaram a atenção para a urgência do tempo: “… o tempo é curto” (1Co 7:29). “Vai alta a noite e vem chegando o dia” (Rm 13:12).[3]
Obviamente, eles não estavam enganados. “Os anjos de Deus em suas mensagens aos homens, apresentam o tempo como muito breve. Assim ele me tem sido sempre apresentado. É verdade que o tempo tem prosseguido mais do que esperávamos nos primeiros tempos desta mensagem. Nosso Salvador não apareceu tão depressa como esperávamos. Falhou, porém, a palavra do Senhor? Nunca! Devemos lembrar que as promessas e ameaças de Deus são igualmente condicionais.”[4] A demora da segunda vinda acontece porque os filhos de Deus têm falhado em cumprir essas condições.[5]
Missão inconclusa
O Senhor deu a Seu povo uma missão a ser cumprida, antes de Sua vinda, ou seja, proclamar as mensagens dos três anjos (Ap 14), pregando o evangelho eterno, chamando a atenção do mundo para o santuário celestial e o ministério intercessor de Cristo e restaurando a observância do verdadeiro dia de repouso. “Houvessem os adventistas, depois da grande decepção de 1844, ficado firmes na fé, e seguido avante em união no caminho aberto pela providência de Deus, recebendo a mensagem do terceiro anjo e proclamando-a ao mundo… ,a obra se haveria completado, e Cristo teria vindo antes para receber Seu povo para lhe dar o galardão.”[6] Em vez disso, muitos crentes vacilaram na fé e se tornaram oponentes da verdade. Mas, “não era a vontade de Deus que a vinda de Cristo fosse assim retardada”.[7]
Ellen White comparou a demora da vinda de Jesus com a postergação da entrada dos israelitas em Canaã. Não era plano de Deus que vagueassem 40 anos no deserto; porém, por causa da falta de fé, retardaram a entrada na terra prometida (Hb 3:19). “Por quarenta anos a incredulidade, murmurações e rebelião excluíram o antigo Israel da terra de Canaã. Os mesmos pecados têm retardado a entrada do moderno Israel na Canaã celeste. Em nenhum dos casos as promessas de Deus estiveram em falta. É a incredulidade, o mundanismo, a falta de consagração e a contenda entre o professo povo do Senhor que nos têm conservado neste mundo de pecado e dor por tantos anos.”[8]
Para os israelitas, Deus era culpado pela longa peregrinação. Semelhantemente, os cristãos laodiceanos correm o perigo de lançar a culpa em Deus pela demora da segunda vinda. “Talvez tenhamos de permanecer muitos anos mais neste mundo por causa de insubordinação, como aconteceu com os filhos de Israel; mas por amor de Cristo, Seu povo não deve acrescentar pecado a pecado, responsabilizando Deus pela consequência de seu procedimento errado.”[9]
Espera misericordiosa
Por outro lado, não é por indiferença ou esquecimento que o Senhor ainda não veio. É por misericórdia que Ele retarda Sua vinda (2Pe 3:9). “A longa noite de tristeza é árdua, mas a manhã é adiada em misericórdia, porque se o Mestre viesse, muitos seriam achados desprevenidos. A recusa de Deus em permitir que Seu povo pereça tem sido a razão de tão longa demora.”[10] E mais: “Cristo aguarda com fremente desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então Ele virá para reclamá-lo como Seu.”[11] Em suma, ainda não estamos preparados para ir ao Céu com Jesus.
Esse preparo inclui algo mais que o desenvolvimento de um caráter semelhante ao de Cristo. Envolve ajuda para que outros também se preparem. Desenvolvimento do caráter cristão e pregação do evangelho andam de mãos dadas; são dois aspectos de uma realidade. “O objetivo da vida cristã é a frutificação – a reprodução do caráter de Cristo no crente, para que Se possa reproduzir em outros.”[12]
Assim como Deus tem misericórdia de Seu povo, também é compassivo para com os descrentes. “Jesus retarda a Sua vinda, para que pecadores possam ter oportunidade de ouvir a advertência, e encontrar nEle refúgio antes que a ira de Deus seja derramada.”[13] E a nós foi confiada a tarefa de advertir o mundo. “Dando o evangelho ao mundo, está em nosso poder apressar a volta de nosso Senhor. Não nos cabe apenas aguardar, mas apressar o dia de Deus. Houvesse a igreja de Cristo feito a obra que lhe era designada, como Ele ordenou, o mundo inteiro haveria sido antes advertido, e o Senhor Jesus teria vindo à Terra em poder e grande glória.”[14]
A espera pode nos parecer muito longa e difícil de ser suportada. Porém, “quando, com os remidos, estivermos em pé sobre o mar de vidro, com harpas de ouro e coroas de glória, tendo à nossa frente a imensurável eternidade, então veremos como foi curto o período de provação e espera”.[15]
Ele vem
A verdade é que, independentemente de quanto tempo tenhamos que esperar, é certo que Jesus virá, pois Ele mesmo prometeu (Jo 14:3; Ap 22:20). Por isso, Ellen G. White manteve sempre viva a esperança no indubitável regresso de Jesus à Terra. Jamais perdeu a confiança nem ficou impaciente; não dependia de data específica. Ela estava certa de que o Senhor não falha (Hb 10:37). Em uma carta, escrita em 1888, ela disse: “Ainda que desiludida, nossa fé não tem vacilado nem temos nos voltado à perdição. A demora é aparente porque, no tempo designado, nosso Senhor virá; e nós, se formos fiéis, exclamaremos: ‘Eis que Este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará’”.[16]
O mais importante não é saber as razões pelas quais Cristo ainda não veio, mas estar preparados para recebê-Lo. Nosso maior perigo não é deixar de crer na vinda de Jesus, mas pensar: “Meu senhor demora-se” (Mt 24:48). Essa é uma atitude que nos leva ao egoísmo e ao mundanismo, fazendo-nos adiar nosso preparo e mantendo-nos adormecidos numa falsa segurança, indiferentes aos interesses eternos.
“Todo o que pretende ser um servo de Deus é convidado a realizar Seu serviço como se cada dia fosse o último.”[17] “Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim” (Mt 24:46).
Entretanto, não tendo vindo Jesus, passadas três décadas, ela foi acusada de ter feito uma declaração falsa. Em resposta, ela argumentou que essa acusação também poderia ter sido feita a Cristo e aos apóstolos, que também chamaram a atenção para a urgência do tempo: “… o tempo é curto” (1Co 7:29). “Vai alta a noite e vem chegando o dia” (Rm 13:12).[3]
Obviamente, eles não estavam enganados. “Os anjos de Deus em suas mensagens aos homens, apresentam o tempo como muito breve. Assim ele me tem sido sempre apresentado. É verdade que o tempo tem prosseguido mais do que esperávamos nos primeiros tempos desta mensagem. Nosso Salvador não apareceu tão depressa como esperávamos. Falhou, porém, a palavra do Senhor? Nunca! Devemos lembrar que as promessas e ameaças de Deus são igualmente condicionais.”[4] A demora da segunda vinda acontece porque os filhos de Deus têm falhado em cumprir essas condições.[5]
Missão inconclusa
O Senhor deu a Seu povo uma missão a ser cumprida, antes de Sua vinda, ou seja, proclamar as mensagens dos três anjos (Ap 14), pregando o evangelho eterno, chamando a atenção do mundo para o santuário celestial e o ministério intercessor de Cristo e restaurando a observância do verdadeiro dia de repouso. “Houvessem os adventistas, depois da grande decepção de 1844, ficado firmes na fé, e seguido avante em união no caminho aberto pela providência de Deus, recebendo a mensagem do terceiro anjo e proclamando-a ao mundo… ,a obra se haveria completado, e Cristo teria vindo antes para receber Seu povo para lhe dar o galardão.”[6] Em vez disso, muitos crentes vacilaram na fé e se tornaram oponentes da verdade. Mas, “não era a vontade de Deus que a vinda de Cristo fosse assim retardada”.[7]
Ellen White comparou a demora da vinda de Jesus com a postergação da entrada dos israelitas em Canaã. Não era plano de Deus que vagueassem 40 anos no deserto; porém, por causa da falta de fé, retardaram a entrada na terra prometida (Hb 3:19). “Por quarenta anos a incredulidade, murmurações e rebelião excluíram o antigo Israel da terra de Canaã. Os mesmos pecados têm retardado a entrada do moderno Israel na Canaã celeste. Em nenhum dos casos as promessas de Deus estiveram em falta. É a incredulidade, o mundanismo, a falta de consagração e a contenda entre o professo povo do Senhor que nos têm conservado neste mundo de pecado e dor por tantos anos.”[8]
Para os israelitas, Deus era culpado pela longa peregrinação. Semelhantemente, os cristãos laodiceanos correm o perigo de lançar a culpa em Deus pela demora da segunda vinda. “Talvez tenhamos de permanecer muitos anos mais neste mundo por causa de insubordinação, como aconteceu com os filhos de Israel; mas por amor de Cristo, Seu povo não deve acrescentar pecado a pecado, responsabilizando Deus pela consequência de seu procedimento errado.”[9]
Espera misericordiosa
Por outro lado, não é por indiferença ou esquecimento que o Senhor ainda não veio. É por misericórdia que Ele retarda Sua vinda (2Pe 3:9). “A longa noite de tristeza é árdua, mas a manhã é adiada em misericórdia, porque se o Mestre viesse, muitos seriam achados desprevenidos. A recusa de Deus em permitir que Seu povo pereça tem sido a razão de tão longa demora.”[10] E mais: “Cristo aguarda com fremente desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então Ele virá para reclamá-lo como Seu.”[11] Em suma, ainda não estamos preparados para ir ao Céu com Jesus.
Esse preparo inclui algo mais que o desenvolvimento de um caráter semelhante ao de Cristo. Envolve ajuda para que outros também se preparem. Desenvolvimento do caráter cristão e pregação do evangelho andam de mãos dadas; são dois aspectos de uma realidade. “O objetivo da vida cristã é a frutificação – a reprodução do caráter de Cristo no crente, para que Se possa reproduzir em outros.”[12]
Assim como Deus tem misericórdia de Seu povo, também é compassivo para com os descrentes. “Jesus retarda a Sua vinda, para que pecadores possam ter oportunidade de ouvir a advertência, e encontrar nEle refúgio antes que a ira de Deus seja derramada.”[13] E a nós foi confiada a tarefa de advertir o mundo. “Dando o evangelho ao mundo, está em nosso poder apressar a volta de nosso Senhor. Não nos cabe apenas aguardar, mas apressar o dia de Deus. Houvesse a igreja de Cristo feito a obra que lhe era designada, como Ele ordenou, o mundo inteiro haveria sido antes advertido, e o Senhor Jesus teria vindo à Terra em poder e grande glória.”[14]
A espera pode nos parecer muito longa e difícil de ser suportada. Porém, “quando, com os remidos, estivermos em pé sobre o mar de vidro, com harpas de ouro e coroas de glória, tendo à nossa frente a imensurável eternidade, então veremos como foi curto o período de provação e espera”.[15]
Ele vem
A verdade é que, independentemente de quanto tempo tenhamos que esperar, é certo que Jesus virá, pois Ele mesmo prometeu (Jo 14:3; Ap 22:20). Por isso, Ellen G. White manteve sempre viva a esperança no indubitável regresso de Jesus à Terra. Jamais perdeu a confiança nem ficou impaciente; não dependia de data específica. Ela estava certa de que o Senhor não falha (Hb 10:37). Em uma carta, escrita em 1888, ela disse: “Ainda que desiludida, nossa fé não tem vacilado nem temos nos voltado à perdição. A demora é aparente porque, no tempo designado, nosso Senhor virá; e nós, se formos fiéis, exclamaremos: ‘Eis que Este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará’”.[16]
O mais importante não é saber as razões pelas quais Cristo ainda não veio, mas estar preparados para recebê-Lo. Nosso maior perigo não é deixar de crer na vinda de Jesus, mas pensar: “Meu senhor demora-se” (Mt 24:48). Essa é uma atitude que nos leva ao egoísmo e ao mundanismo, fazendo-nos adiar nosso preparo e mantendo-nos adormecidos numa falsa segurança, indiferentes aos interesses eternos.
“Todo o que pretende ser um servo de Deus é convidado a realizar Seu serviço como se cada dia fosse o último.”[17] “Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim” (Mt 24:46).
Referências:
1 Ellen G. White, Eventos Finais, p. 36, 37.
2 __________, Primeiros Escritos, p. 58.
3 __________, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 67.
4 Ibid.
5 Ellen G. White, Maranata: O Senhor Vem! (MM, 1977), p. 53.
6 __________, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 68.
7 Ibid.
8 Ibid., p. 69.
9 Ellen G. White, Evangelismo, p. 696.
10 Ibid., p. 694.
11 Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 69.
12 Ibid., p. 67.
13 Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 458.
14 _________, O Desejado de Todas as Nações, p. 633, 634.
15 __________, Eventos Finais, p. 42.
16 __________, Manuscript Releases, v. 10, p. 270.
17 __________, Maranata: O Senhor Vem!, p. 106.
1 Ellen G. White, Eventos Finais, p. 36, 37.
2 __________, Primeiros Escritos, p. 58.
3 __________, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 67.
4 Ibid.
5 Ellen G. White, Maranata: O Senhor Vem! (MM, 1977), p. 53.
6 __________, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 68.
7 Ibid.
8 Ibid., p. 69.
9 Ellen G. White, Evangelismo, p. 696.
10 Ibid., p. 694.
11 Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 69.
12 Ibid., p. 67.
13 Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 458.
14 _________, O Desejado de Todas as Nações, p. 633, 634.
15 __________, Eventos Finais, p. 42.
16 __________, Manuscript Releases, v. 10, p. 270.
17 __________, Maranata: O Senhor Vem!, p. 106.
Fonte: Texto escrito pelo pastor Carlos A. Steger, e publicado na Revista Ministério
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Plantas transgênicas: a Suíça continua prudente
As plantas geneticamente modificadas não podem ser consideradas seguras. Portanto, é preciso tomar cuidado com elas.
É
o que considera uma comissão oficial na Suíça, que recomenda avaliar
com atenção os riscos antes de autorizar culturas de OGMs para fins
comerciais.
A Suíça, pioneira da agricultura biológica, contiua muito prudente em matéria de cultura transgênica.
A legislação helvética proíbe a disseminação de organismos geneticamente modificados (OGMs) para
fins comerciais. Apesar disso, frutos e legumes nativos geneticamente
modificados podem chegar às scolas de compras dos consumidores nos
próximos dois anos. Em novembro de 2013 termina a moratória sobre
culturas transgênicas, como determinou o eleitor suíço através de
plebiscito em 2005.
Em 12 de
dezembro, a Comissão Dederal de Éica para a biotecnologia no domínio não
humano (CENH) apresentou uma série de recomendações, afirmando, em
parte, que os "conhecimentos ainda são insuficientes para avaliar de
forma conveniente os riscos ligados a uma disseminação comercial".
Afirmar que uma planta OGM é absolutamente segura é impossível, ressalta
o comunicado.
"Tudo o que é
possível estabelecer são cenários prováveis sobre os eventuais danos
causados pelos OGM", afirma Martine Jotterand, membro do CENH e
professor de genética na Universidade de Lausanne.
Riscos "aceitáveis"
A
priori, a introdução de plantas transgênicas na agricultura suíça não é
algo a se excluir. A maioria dos membros do CENH compartilha a opinião
que essas culturas seriam possíveis se os riscos para o meio ambiente e o
consumidor forem definidos como "aceitáveis."
"Aceitável
significa que nós dispomos de motivos válidos para apoiar essa prática.
É uma questão de conceito central: o que conta não é ser favorável ou
se opor, mas muito mais os motivos de uma tomada de posição", explica
Klaus Peter Rippe, presidente da comissão.
Trata-se
de proceder com prudência e por etapas. Antes de passar a uma cultura
com fins comerciais, a CENH estima que é imperativo realizar avaliações
em laboratório e, como segundo passo, ter culturas de teste sob
controle.
Para o CENH, os testes
ao ar livre não devem servir para validar os resultados obtidos em
laboratório, mas resultar na análise de novos modelos como, por exemplo,
a interação entre as plantas e o meio que as cerca.
Nessa
ótica, a comissão recomenda um monitoramento permanente de todas as
fases de cultivo dos OGMs. E será apenas, quando os riscos das fases
sucessivas serão definidos como aceitáveis, é que a decisão poderá ser
tomada.
Além disso, o
monitoramento deve continuar mesmo após a concessão da autorização. "É a
única maneira de observar os efeitos de longo prazo", justifica no
relatório da comissão.
Favorizar a pesquisa independente
Para
tornar ainda mais segura uma tecnologia ainda incerta, a comissão
propõe abrir uma brecha no monopólio da indústria genética, em
particular na área da propriedade intelectual.
O
material genético das empresas produtoras de sementes e plantas
transgênicas deve ser acessível também para os pesquisadores
independentes, estima Georg Pfleiderer, membro do CENH e professor de
teologia e de ética na Universidade da Basileia.
No setor da biotecnologia, "os resultados mais desfavoráveis devem poder ser publicados", acrescente ele. "Será necessário, em caso de necessidade, criar bases jurídicas para garantir esse acesso."
Coabitação possível?
As
obrigações da indústria não se limitariam aos setores de pesquisa e
desenvolvimento. Segundo a comissão, aqueles que solicitarem uma
autorização para uma cultura experimental ou comercial deverão garantir
também, às suas expensas, a integridade da produção convencional e
biológica.
Por exemplo, ao manter
uma distância mínima entre as culturas para evitar qualquer forma de
contaminação durante o transporte das mercadorias. Essas condições são
indispensáveis para garantir a liberdade de escolha dos consumidores,
observa Klaus Peter Rippe.
Outro
aspecto a não ser subestimado: a topografia e a dimensão reduzida das
áreas agrícolas. As pesquisas realizadas atualmente dirão se é possível
de fazer coabitar produtos convencionais e de OGMs em um pequeno país
montanhoso como a Suíça.
Dois
anos antes do fim da moratória, o debate sobre os OGMS está lançado. O
trabalho difícil de interpor entre os medos compartilhados pelos
agricultores e os consumidores e as oportunidades destacadas pela
indústria estará a cargo dos representantes políticos.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Dicas de saude da digitalgospell.com
02/01/12
A água
A
água é o principal componente do nosso Sangue.Cerca de 70% do nosso
peso total é composto por àgua.A função da água é manter o equílibrio
químico do organismo.A água pura é o melhor líquido para o corpo.As
bebidas que têm açúcar podem atrasar a digestão.Os refrigerantes contêm
aditivos artificiais,que acabam por sobrecarregar os rins e o fígado.
O
ideal é beber uma média de dois litros de liquídos por
dia,compreendendo água pura,sucos naturais e chás não estimulantes ou
terapêuticos.
A falta de agua no organismo pode causar;
Odor desagradavel do corpo;
mau hálito;
Prejúizo da função renal;
Pele seca;
constipação intestinal;
irritabilidade aumentada,nervosismo;
Dores de cabeça;
Salivação inadequada;
Maior tendência ás infecçôes.
“Na
saúde e na doença,a água pura é uma das mais bençâos do Céu...Bebida
abundantemente,ela ajuda a suprir as necessidades do organismo , e a
natureza em resistir á doença...Tanto os banhos quentes como os neutros
acalmam os nervos e equilibram a circulação”A Ciência do bem
viver,pág.237
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