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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Por que Cristo ainda não veio?





“Nosso Salvador não apareceu tão depressa como esperávamos. Falhou, porém, a palavra do Senhor?” (Ellen G. White)
O movimento adventista surgiu com a expectativa da iminente vinda de Cristo e, mesmo depois do desapontamento de 1844, seus pioneiros continuaram aguardando esse evento. Partilhando fervorosamente dessa esperança[1] foi que, em 1851, Ellen G. White escreveu: “Vi que o tempo para Jesus permanecer no lugar santíssimo estava quase terminado e esse tempo podia durar apenas um pouquinho mais; que o tempo disponível que temos deve ser gasto em examinar a Bíblia, que nos julgará no último dia.”[2]
Entretanto, não tendo vindo Jesus, passadas três décadas, ela foi acusada de ter feito uma declaração falsa. Em resposta, ela argumentou que essa acusação também poderia ter sido feita a Cristo e aos apóstolos, que também chamaram a atenção para a urgência do tempo: “… o tempo é curto” (1Co 7:29). “Vai alta a noite e vem chegando o dia” (Rm 13:12).[3]
Obviamente, eles não estavam enganados. “Os anjos de Deus em suas mensagens aos homens, apresentam o tempo como muito breve. Assim ele me tem sido sempre apresentado. É verdade que o tempo tem prosseguido mais do que esperávamos nos primeiros tempos desta mensagem. Nosso Salvador não apareceu tão depressa como esperávamos. Falhou, porém, a palavra do Senhor? Nunca! Devemos lembrar que as promessas e ameaças de Deus são igualmente condicionais.”[4] A demora da segunda vinda acontece porque os filhos de Deus têm falhado em cumprir essas condições.[5]
Missão inconclusa
O Senhor deu a Seu povo uma missão a ser cumprida, antes de Sua vinda, ou seja, proclamar as mensagens dos três anjos (Ap 14), pregando o evangelho eterno, chamando a atenção do mundo para o santuário celestial e o ministério intercessor de Cristo e restaurando a observância do verdadeiro dia de repouso. “Houvessem os adventistas, depois da grande decepção de 1844, ficado firmes na fé, e seguido avante em união no caminho aberto pela providência de Deus, recebendo a mensagem do terceiro anjo e proclamando-a ao mundo… ,a obra se haveria completado, e Cristo teria vindo antes para receber Seu povo para lhe dar o galardão.”[6] Em vez disso, muitos crentes vacilaram na fé e se tornaram oponentes da verdade. Mas, “não era a vontade de Deus que a vinda de Cristo fosse assim retardada”.[7]
Ellen White comparou a demora da vinda de Jesus com a postergação da entrada dos israelitas em Canaã. Não era plano de Deus que vagueassem 40 anos no deserto; porém, por causa da falta de fé, retardaram a entrada na terra prometida (Hb 3:19). “Por quarenta anos a incredulidade, murmurações e rebelião excluíram o antigo Israel da terra de Canaã. Os mesmos pecados têm retardado a entrada do moderno Israel na Canaã celeste. Em nenhum dos casos as promessas de Deus estiveram em falta. É a incredulidade, o mundanismo, a falta de consagração e a contenda entre o professo povo do Senhor que nos têm conservado neste mundo de pecado e dor por tantos anos.”[8]
Para os israelitas, Deus era culpado pela longa peregrinação. Semelhantemente, os cristãos laodiceanos correm o perigo de lançar a culpa em Deus pela demora da segunda vinda. “Talvez tenhamos de permanecer muitos anos mais neste mundo por causa de insubordinação, como aconteceu com os filhos de Israel; mas por amor de Cristo, Seu povo não deve acrescentar pecado a pecado, responsabilizando Deus pela consequência de seu procedimento errado.”[9]
Espera misericordiosa
Por outro lado, não é por indiferença ou esquecimento que o Senhor ainda não veio. É por misericórdia que Ele retarda Sua vinda (2Pe 3:9). “A longa noite de tristeza é árdua, mas a manhã é adiada em misericórdia, porque se o Mestre viesse, muitos seriam achados desprevenidos. A recusa de Deus em permitir que Seu povo pereça tem sido a razão de tão longa demora.”[10] E mais: “Cristo aguarda com fremente desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então Ele virá para reclamá-lo como Seu.”[11] Em suma, ainda não estamos preparados para ir ao Céu com Jesus.
Esse preparo inclui algo mais que o desenvolvimento de um caráter semelhante ao de Cristo. Envolve ajuda para que outros também se preparem. Desenvolvimento do caráter cristão e pregação do evangelho andam de mãos dadas; são dois aspectos de uma realidade. “O objetivo da vida cristã é a frutificação – a reprodução do caráter de Cristo no crente, para que Se possa reproduzir em outros.”[12]
Assim como Deus tem misericórdia de Seu povo, também é compassivo para com os descrentes. “Jesus retarda a Sua vinda, para que pecadores possam ter oportunidade de ouvir a advertência, e encontrar nEle refúgio antes que a ira de Deus seja derramada.”[13] E a nós foi confiada a tarefa de advertir o mundo. “Dando o evangelho ao mundo, está em nosso poder apressar a volta de nosso Senhor. Não nos cabe apenas aguardar, mas apressar o dia de Deus. Houvesse a igreja de Cristo feito a obra que lhe era designada, como Ele ordenou, o mundo inteiro haveria sido antes advertido, e o Senhor Jesus teria vindo à Terra em poder e grande glória.”[14]
A espera pode nos parecer muito longa e difícil de ser suportada. Porém, “quando, com os remidos, estivermos em pé sobre o mar de vidro, com harpas de ouro e coroas de glória, tendo à nossa frente a imensurável eternidade, então veremos como foi curto o período de provação e espera”.[15]
Ele vem
A verdade é que, independentemente de quanto tempo tenhamos que esperar, é certo que Jesus virá, pois Ele mesmo prometeu (Jo 14:3; Ap 22:20). Por isso, Ellen G. White manteve sempre viva a esperança no indubitável regresso de Jesus à Terra. Jamais perdeu a confiança nem ficou impaciente; não dependia de data específica. Ela estava certa de que o Senhor não falha (Hb 10:37). Em uma carta, escrita em 1888, ela disse: “Ainda que desiludida, nossa fé não tem vacilado nem temos nos voltado à perdição. A demora é aparente porque, no tempo designado, nosso Senhor virá; e nós, se formos fiéis, exclamaremos: ‘Eis que Este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará’”.[16]
O mais importante não é saber as razões pelas quais Cristo ainda não veio, mas estar preparados para recebê-Lo. Nosso maior perigo não é deixar de crer na vinda de Jesus, mas pensar: “Meu senhor demora-se” (Mt 24:48). Essa é uma atitude que nos leva ao egoísmo e ao mundanismo, fazendo-nos adiar nosso preparo e mantendo-nos adormecidos numa falsa segurança, indiferentes aos interesses eternos.
“Todo o que pretende ser um servo de Deus é convidado a realizar Seu serviço como se cada dia fosse o último.”[17] “Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim” (Mt 24:46).
Referências:
1 Ellen G. White, Eventos Finais, p. 36, 37.
2 __________, Primeiros Escritos, p. 58.
3 __________, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 67.
4 Ibid.
5 Ellen G. White, Maranata: O Senhor Vem! (MM, 1977), p. 53.
6 __________, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 68.
7 Ibid.
8 Ibid., p. 69.
9 Ellen G. White, Evangelismo, p. 696.
10 Ibid., p. 694.
11 Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 69.
12 Ibid., p. 67.
13 Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 458.
14 _________, O Desejado de Todas as Nações, p. 633, 634.
15 __________, Eventos Finais, p. 42.
16 __________, Manuscript Releases, v. 10, p. 270.
17 __________, Maranata: O Senhor Vem!, p. 106.
Fonte: Texto escrito pelo pastor Carlos A. Steger, e publicado na Revista Ministério

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Plantas transgênicas: a Suíça continua prudente

Testes com organismos geneticamente modificados em um campo próximo à Zurique. (Keystone)Por Luigi Jorio, swissinfo.ch
As plantas geneticamente modificadas não podem ser consideradas seguras. Portanto, é preciso tomar cuidado com elas.
É o que considera uma comissão oficial na Suíça, que recomenda avaliar com atenção os riscos antes de autorizar culturas de OGMs para fins comerciais.
A Suíça, pioneira da agricultura biológica, contiua muito prudente em matéria de cultura transgênica.
A legislação helvética proíbe a disseminação de organismos geneticamente modificados (OGMs) para fins comerciais. Apesar disso, frutos e legumes nativos geneticamente modificados podem chegar às scolas de compras dos consumidores nos próximos dois anos. Em novembro de 2013 termina a moratória sobre culturas transgênicas, como determinou o eleitor suíço através de plebiscito em 2005.
Em 12 de dezembro, a Comissão Dederal de Éica para a biotecnologia no domínio não humano (CENH) apresentou uma série de recomendações, afirmando, em parte, que os "conhecimentos ainda são insuficientes para avaliar de forma conveniente os riscos ligados a uma disseminação comercial". Afirmar que uma planta OGM é absolutamente segura é impossível, ressalta o comunicado.
"Tudo o que é possível estabelecer são cenários prováveis sobre os eventuais danos causados pelos OGM", afirma Martine Jotterand, membro do CENH e professor de genética na Universidade de Lausanne.
Riscos "aceitáveis"
A priori, a introdução de plantas transgênicas na agricultura suíça não é algo a se excluir. A maioria dos membros do CENH compartilha a opinião que essas culturas seriam possíveis se os riscos para o meio ambiente e o consumidor forem definidos como "aceitáveis."
"Aceitável significa que nós dispomos de motivos válidos para apoiar essa prática. É uma questão de conceito central: o que conta não é ser favorável ou se opor, mas muito mais os motivos de uma tomada de posição", explica Klaus Peter Rippe, presidente da comissão.
Trata-se de proceder com prudência e por etapas. Antes de passar a uma cultura com fins comerciais, a CENH estima que é imperativo realizar avaliações em laboratório e, como segundo passo, ter culturas de teste sob controle.
Para o CENH, os testes ao ar livre não devem servir para validar os resultados obtidos em laboratório, mas resultar na análise de novos modelos como, por exemplo, a interação entre as plantas e o meio que as cerca.
Nessa ótica, a comissão recomenda um monitoramento permanente de todas as fases de cultivo dos OGMs. E será apenas, quando os riscos das fases sucessivas serão definidos como aceitáveis, é que a decisão poderá ser tomada.
Além disso, o monitoramento deve continuar mesmo após a concessão da autorização. "É a única maneira de observar os efeitos de longo prazo", justifica no relatório da comissão.
Favorizar a pesquisa independente
Para tornar ainda mais segura uma tecnologia ainda incerta, a comissão propõe abrir uma brecha no monopólio da indústria genética, em particular na área da propriedade intelectual.
O material genético das empresas produtoras de sementes e plantas transgênicas deve ser acessível também para os pesquisadores independentes, estima Georg Pfleiderer, membro do CENH e professor de teologia e de ética na Universidade da Basileia.
No setor da biotecnologia, "os resultados mais desfavoráveis devem poder ser publicados", acrescente ele. "Será necessário, em caso de necessidade, criar bases jurídicas para garantir esse acesso."
Coabitação possível?
As obrigações da indústria não se limitariam aos setores de pesquisa e desenvolvimento. Segundo a comissão, aqueles que solicitarem uma autorização para uma cultura experimental ou comercial deverão garantir também, às suas expensas, a integridade da produção convencional e biológica.
Por exemplo, ao manter uma distância mínima entre as culturas para evitar qualquer forma de contaminação durante o transporte das mercadorias. Essas condições são indispensáveis para garantir a liberdade de escolha dos consumidores, observa Klaus Peter Rippe.
Outro aspecto a não ser subestimado: a topografia e a dimensão reduzida das áreas agrícolas. As pesquisas realizadas atualmente dirão se é possível de fazer coabitar produtos convencionais e de OGMs em um pequeno país montanhoso como a Suíça.
Dois anos antes do fim da moratória, o debate sobre os OGMS está lançado. O trabalho difícil de interpor entre os medos compartilhados pelos agricultores e os consumidores e as oportunidades destacadas pela indústria estará a cargo dos representantes políticos.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Dicas de saude da digitalgospell.com

02/01/12
A água
A água é o principal componente do nosso Sangue.Cerca de 70% do nosso peso total é composto por àgua.A função da água é manter o equílibrio químico do organismo.A água pura é o melhor líquido para o corpo.As bebidas que têm açúcar podem atrasar a digestão.Os refrigerantes contêm aditivos artificiais,que acabam por sobrecarregar os rins e o fígado.
O ideal é beber uma média de dois litros de liquídos por dia,compreendendo água pura,sucos naturais e chás não estimulantes ou terapêuticos.
A falta de agua no organismo pode causar;
Odor desagradavel do corpo;
mau hálito;
Prejúizo da função renal;
Pele seca;
constipação intestinal;
irritabilidade aumentada,nervosismo;
Dores de cabeça;
Salivação inadequada;
Maior tendência ás infecçôes.
Na saúde e na doença,a água pura é uma das mais bençâos do Céu...Bebida abundantemente,ela ajuda a suprir as necessidades do organismo , e a natureza em resistir á doença...Tanto os banhos quentes como os neutros acalmam os nervos e equilibram a circulação”A Ciência do bem viver,pág.237