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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Tragédias e Relevância, eis a questão

muito sofrimento e muita dor:

Diante das tragédias, reagimos. Foi o caso de dona Ilair de Souza, 52. Salva por vizinhos, eles foram relevantes ao jogarem uma corda. A dona de casa estava na enxurrada, ilhada, agarrada ao seu cachorro. O Jornal Hoje (Globo) mostrou as imagens: chocantes e dramáticas. Na verdade, sem palavras! (Clique: http://bit.ly/iaKIVm).

Ontem à tarde, a presidente Dilma Rousseff sobrevoou a região serrana do Rio de Janeiro para acompanhar o regaste às vítimas da “maior catástrofe natural do Brasil”. Os números divulgados até agora espantam: 5 cidades atingidas. 508 mortos. 5970 desabrigados. 8.120 desalojados. “A tela é muito forte. É visível o sofrimento”, reconheceu.

Na voz das equipes de rádio e tevês, há emoção. Do barro emerge gente que chora, gente aflita, gente desamparada. Na água, bóiam os carros, o entulho e o lixo. Encravada na lama, esqueletos de prédios e casas semi destruídas. Em meio ao horror, eis que surge outro milagre: o pequeno Nícolas. Ele foi salvo com seu pai após ficarem 10 horas soterrados.

As tragédias levam as equipes agirem sem descanso, dia e noite, para buscar e salvar. A cada hora, a rede solidária aumenta de tamanho. Além de instituições não governamentais, unem-se ao esforço, voluntários e instituições pró-solidariedade, a exemplo, da ADRA, da Igreja Adventista. Líderes da matriz internacional da Agência já montaram uma base central em Itaboraí, RJ, segundo informou o diretor de ADRA de região fluminense, pastor Paulo Borba.

A dor nos faz reagir em cadeia. No terminal rodoviário do Rio de Janeiro, a Cruz Vermelha Internacional montou, de forma improvisada, caixas de papelão para recolher ajuda. Em pouco tempo o lugar ficou pequeno pela quantidade de alimentos. A relevância fez com que a hashtags #chuvasrj e #friburgo chegassem ao topo dos assuntos mais comentados no mundo, na manhã do dia 13 de janeiro, segundo a Trending Topics que mede frequência e acessos.

No FaceBook, um dos primeiros a chamar a atenção para o tema da relevância foi o presidente da Igreja Adventista na região do Vale do Paraíba, pastor Ronaldo Oliveira. “Além de um mover de oração, podemos nos arregimentar para enviar alimentos e garrafas de água”. E, completou: “Mas, talvez haja uma necessidade em nossa própria comunidade. Isto torna a igreja relevante!”, conclui. As tragédias nos ensinam a ser mais relevantes. Diante da maior tragédia, o pecado, Deus enviou Seu Filho devido à emergência do regaste. A questão era relevante: vida ou morte eterna.

Na perspectiva da Igreja, a prontidão é mais do que atitude. É um valor. É um estilo de vida. A relevância vem da experiência pessoal da comunhão e do compromisso com Deus. Diante dos sinais que marcam a proximidade da vinda de Cristo, Pedro foi relevante. “Para que recordes o que foi dito...o Senhor não retarda a sua promessa...Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” [II Pedro 3: 2, 9, 13].

O apóstolo Paulo também foi relevante. Mesmo preso, ele afirmou: “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo...portanto, irmãos, permanecei, deste modo, firmes no Senhor” [Filipenses 3: 20, 4: 1]. O evangelista da Igreja Adventista para o Estado de São Paulo, pastor Rafael Rossi, apresenta um quadro de Holmes e Rahe que mostra quando as pessoas estão mais sensíveis e receptivas para o evangelho [Clique http://bit.ly/hRTKZi].

Uma vida sem Cristo é a maior tragédia humana. Por isso, dia 16 de abril a Igreja Adventista será relevante ao desenvolver o projeto “Amigos da Esperança”. Tudo estará pronto para receber amigos, vizinhos e parentes com equipes organizadas, recepção “nota dez”, música e louvor interativos. Tudo isto para você experimentar de perto que a relevância maior é ter esperança, na pessoa de Cristo Jesus.

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